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Polícia investiga morte violenta de ex-assessor de Bill Clinton

Mark Middleton foi encontrado morto em maio pendurado pelo pescoço numa árvore e com ferimento a bala no peito

Mark Middleton foi assessor especial durante primeiro mandato de Bill Clinton na Casa Branca | Foto: Reprodução

A polícia dos Estados Unidos decidiu reabrir a investigação sobre as circunstâncias da morte de um ex-assessor especial de Bill Clinton na Presidência dos Estados Unidos. Mark Middleton morreu em 7 de maio, aos 59 anos, em ocorrência inicialmente tratada como suicídio.

Na oportunidade, Middleton foi encontrado enforcado, pendurado num galho de uma árvore, a cerca de 50 quilômetros de sua casa, em Little Rock, no Estado do Arkansas. O ex-assessor de Clinton também apresentava um ferimento a bala no peito, e a arma foi encontrada no local.

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Nesta semana, a família de Middleton solicitou que a Justiça não divulgue detalhes sobre as circunstâncias da morte do ex-assessor da Casa Branca, alegando que os parentes têm sofrido com teorias da conspiração que circulam na internet.

Relações contestadas

Mark Middleton dirigiu um negócio de ar condicionado em Little Rock antes de se tornar conselheiro especial de Bill Clinton e diretor financeiro da primeira campanha presidencial do candidato democrata, em 1992.

Em fevereiro de 1995, o assessor deixou a Casa Branca. No ano seguinte, uma investigação interna descobriu que Middleton havia abusado de seu acesso privilegiado para impressionar clientes empresariais. A partir daí, foi impedido de entrar na propriedade em Washington.

Um dos registros mais importantes de Mark Middleton em sua passagem pela Casa Branca foi ter supostamente apresentado o presidente ao investidor Jeffrey Epstein, bilionário morto em 2019, quando cumpria prisão por tráfico de menores.

Durante seu tempo com Clinton, Middleton teria convidado Epstein à Casa Branca para pelo menos sete das 17 visitas do bilionário no local. Em 2008, o investidor foi condenado por abuso de 36 menores, em escândalo de repercussão nacional, em razão das relações do réu com personalidades norte-americanas, como o também ex-presidente Donald Trump.

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2 comentários
  1. Ricardo G. Filho
    Ricardo G. Filho

    Para quem segue política norte-americana e conhece as maracutaias do clã mafioso Clinton, é fácil concluir que este é apenas mais um caso de “arkancide”.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Pelo menos optou por um método eficiente. Subiu em um galho bem forte, amarrou a corda neste galho, colocou-a no pescoço, cravou uma bala no peito e como consequência se desprendeu do galho em um salto para a eternidade. É… os Clinton tem tido boas companhias ultimamente e por coincidência duas delas, talvez as mais importantes, se despediram desta para melhor (ou pior?) por enforcamento. Casal Clinton, não vão seguir o baile?

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