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Polícia de Israel prende terrorista de 16 anos em Gaza

O criminoso é palestino e foi detido sob suspeita de voltar a participar da produção de explosivos

O terrorista havia sido libertado em um acordo recente de troca de reféns | Foto: Reprodução/Polícia de Israel
O terrorista havia sido libertado em um acordo recente de troca de reféns | Foto: Reprodução/Polícia de Israel

Um terrorista palestino de 16 anos foi preso pelas autoridades de Israel na madrugada da quinta-feira, 30, sob suspeita de voltar a participar da produção de explosivos. O criminoso havia sido libertado recentemente como parte do acordo de troca de reféns entre o país e o Hamas.

Segundo a Polícia de Israel, ele já tinha sido detido havia cerca de um ano, depois de ser flagrado com 25 artefatos explosivos que teria fabricado e distribuído a grupos terroristas. Na ocasião, foi aberta uma investigação por uso e fornecimento de explosivos.

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A nova prisão foi feita depois de informações da unidade de inteligência do distrito da Cisjordânia, que indicavam seu envolvimento em novas atividades terroristas.

Policiais da unidade Hilaf, agentes da patrulha especial Yasam e equipes da Polícia de Fronteira com cães farejadores invadiram sua casa e o levaram para interrogatório na unidade de combate ao crime da região.

Israel retoma bombardeios em Gaza e acusa Hamas de romper trégua

Benjamin Netanyahu Israel governo ortodoxos
Novo ataque a Faixa de Gaza foi ordenado por Benjamin Netanyahu, premiê de Israel | Foto: Reprodução/Instagram

Israel voltou a atacar a Faixa de Gaza, na terça-feira 28, depois de alegar que o Hamas violou o cessar-fogo firmado há duas semanas. A ordem partiu do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que determinou ataques contra o território palestino.

Segundo o governo israelense, a decisão foi tomada depois que militares relataram disparos do Hamas contra tropas israelenses posicionadas dentro de Gaza. Além disso, Tel-Aviv acusa o grupo terrorista de ter entregue restos mortais de um refém que já havia sido identificado e recuperado anteriormente.

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O Hamas nega as acusações e afirma que foi Israel quem rompeu a trégua ao realizar ataques aéreos não previstos. O grupo anunciou também a suspensão da entrega do corpo de outro refém morto em cativeiro, uma das obrigações previstas no acordo de cessar-fogo.

A trégua, em vigor desde 10 de outubro, foi negociada com mediação dos Estados Unidos e previa a interrupção dos bombardeios israelenses em troca da devolução de corpos de reféns mortos e da libertação de prisioneiros vivos. O pacto vinha sendo considerado um dos principais avanços diplomáticos desde o começo da guerra, em 2023.

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