A polícia de Israel impediu o cardeal Pierbattista Pizzaballa e o padre Francesco Ielpo de chegarem à Igreja do Santo Sepulcro, na Cidade Velha de Jerusalém, para celebrar a missa de Domingo de Ramos.
Segundo o Patriarcado Latino e a Custódia Franciscana da Terra Santa, os religiosos seguiam de forma privada, sem procissão. As entidades afirmam que vinham cumprindo todas as restrições impostas desde o início da guerra, incluindo o cancelamento de eventos públicos e a limitação de público nas celebrações, que passaram a ser transmitidas para fiéis ao redor do mundo.
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Em nota, as instituições classificaram o episódio como um “grave precedente” e uma medida “manifestamente desproporcional”, afirmando que a decisão desrespeita a liberdade de culto e o chamado “status quo” dos locais sagrados em Jerusalém. Também disseram que a ação ignora a importância da data para bilhões de cristãos durante a Semana Santa.
Embaixador dos EUA criticou medida da polícia de Israel

A polícia israelense ainda não havia apresentado uma justificativa detalhada até a última atualização. O governo indicou que a restrição teria sido motivada por razões de segurança, em meio às diretrizes do Comando da Frente Interna, que limitam reuniões a até 50 pessoas — regra que, segundo autoridades religiosas e críticas externas, não teria sido ultrapassada.
O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, criticou a decisão e afirmou que a medida é “difícil de entender ou justificar”. Ele classificou a ação como um “excesso” com repercussão internacional e disse que o governo israelense indicou que buscará alternativas para viabilizar as celebrações da Semana Santa.
O Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa no calendário cristão e relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando foi recebido pela multidão com ramos de palmeiras. A data simboliza tanto o reconhecimento de Jesus como messias quanto o início do período que culmina na crucificação e na Páscoa.
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Primeiro que o Estado brasileiro (o Lula) é só contra Israel, nada mais
Segundo que o Estado é laico, então não teria que se meter em nada de religião.
Terceiro é que o cachaceiro está cagando para os cristãos
Quarto que não só o cardeal, mas todos estão impedidos de entrar na igreja, no muro das lamentações e diversas outros pontos com aglomeração de pessoas, porque o Irã está enviando mísseis e drones para áreas de civis, e uma evacuação dessas áreas demora muito tempo. Não há bunkers debaixo dos locais sagrados.
Então é querer lacrar sabendo que o brasileiro é um primata que só lê o título das matérias, e pouco se importa em saber se é ou não verdade, desde que o título sirva para seu delírio e adoração a políticos corruptos e ódio gratuito a quem discorda de suas ideias cuidando da segurança dessas pessoas, e os otários querendo morrer. Que distopia