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Pacientes com covid apresentam sintomas mais leves, diz ministra das vacinas do Reino Unido

Para Maggie Throup, diante do quadro atual, não há necessidade de impor restrições na Inglaterra

Maggie Throup MP - covid
Maggie Throup: "Se você olhar para as pessoas que foram hospitalizadas, elas estão entrando em condições menos graves do que antes" | Foto: Divulgação

Pacientes hospitalizados com covid-19 no Reino Unido apresentam sintomas mais leves do que antes, disse a ministra da vacina da Grã-Bretanha, Maggie Throup, na terça-feira 4.

“No momento, se você olhar para as pessoas que foram hospitalizadas, elas estão entrando em condições menos graves do que antes”, disse a ministra de Vacinas e Saúde Pública, Maggie Throup, à Sky News.

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Enquanto países como França, Holanda e Portugal voltaram a impor medidas de isolamento, o primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, decidiu aguardar mais evidências antes de definir políticas restritivas.

“Os pacientes que estão em leitos hospitalares são cerca de metade do que era há um ano — e isso apenas mostra o poder da vacina”, disse Maggie. Ela acrescentou que a decisão de Johnson foi acertada e que, diante do quadro atual, não há necessidade da imposição de restrições na Inglaterra.

Neil Ferguson, epidemiologista do Imperial College London, afirmou que a vacinação contribui para evitar as formas graves da covid-19, além do fato de a Ômicron ter se mostrado menos letal que as demais. “A vacinação está segurando em termos de proteção contra doenças graves, auxiliada pelo fato de que a Ômicron é quase certamente menos severa, mas ainda pressiona o sistema de saúde.”

Com informações do Jerusalem Post e Reuters 

Situação da covid na África do Sul

As hospitalizações relacionadas à covid-19 estão diminuindo na África do Sul. O país passou por uma explosão de casos depois de ter sido o primeiro a notificar uma contaminação pela variante Ômicron.

Na semana entre 26 de dezembro de 2021 e 1º de janeiro de 2022, o Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis sul-africano (NICD, na sigla em inglês) contabilizou 6.366 internações de pacientes com a doença. De acordo com os dados do órgão, entre 12 e 18 de dezembro houve o maior número de hospitalizações depois da descoberta da variante Ômicron (9.295). A queda portanto é de 31,5%.

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1 comentário
  1. Anderson Trevizani
    Anderson Trevizani

    Se ao invés de criar pânico, os governos e imprensa / terroristas acalmassem a população falando a verdade de que a variante Omicron é mais transmissível porém não é letal, e que a transmissão dela é um bem para a humanidade já que irá imunizar a população mundial de maneira natural estariam contribuindo para o fim da pandemia, mas como a idéia é governar através do medo jamais esperem a verdade desses órgãos.

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