O secretário-geral da ONU, António Guterres, respondeu, neste sábado, 14, aos pedidos de demissão da relatora especial para os Territórios Palestinos, Francesca Albanese, depois de declarações anti-Israel, consideradas antissemitas, dela. O porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, afirmou: “Sempre acreditamos que a instituição dos relatores especiais, embora totalmente independente do secretário-geral, é parte importante da arquitetura internacional de direitos humanos.”
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“Nem sempre concordamos com o que eles dizem, e isso inclui a sra. Albanese”. Dujarric acrescentou que o escritório de Guterres “não concorda com grande parte do que ela diz, e não usaria a linguagem que ela usa para descrever a situação na região”. Desde 2024, Guterres é considerada persona non grata em Israel. Albanese também está proibida de entrar no país.
Ao comentar os discursos de Albanese, que, no sábado, 7, se referiu a Israel como um “inimigo comum” Dujarric afirmou, segundo o The Jerusalem Post: “Não estou aqui para defender o que ela diz ou criticar o que ela diz, certo?”. O porta-voz prosseguiu. “Ela tem o direito, como relatora especial, de falar dentro de seu mandato. As pessoas têm o direito de criticá-la. As pessoas têm o direito de apoiá-la”.
O porta-voz da ONU ainda mencionou que existem mecanismos para contestar o trabalho de um relator, citando o pedido da França, mas não confirmou se Guterres assistiu pessoalmente ao fórum realizado em Doha, onde ela deu a declaração.
Críticas de diversos países motivaram pedidos formais pela remoção de Albanese. Itália e Áustria apoiaram a França, citando declarações da relatora em um evento que contou com representantes do Hamas e do Irã. O vice-presidente do Conselho de Ministros da Itália, Antonio Tajani, escreveu no X/Twitter que os comentários de Albanese “não refletem a posição do governo italiano” e considerou suas ações inadequadas ao cargo que ocupa na ONU.
Beate Meinl-Reisinger, ministra federal da Áustria para Assuntos Europeus e Internacionais, afirmou que Albanese descreveu Israel como “inimigo da humanidade” e usou linguagem que “minaria a imparcialidade e os mais altos padrões exigidos pelo papel de um representante da ONU”.
A França anunciou que exigirá a renúncia de Albanese durante a sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em 23 de fevereiro. O ministro francês Jean-Noël Barrot destacou que os comentários de Albanese “não atacam o governo de Israel, cujas políticas podem ser criticadas, mas Israel como povo e nação, o que é absolutamente inaceitável”.
ONU e Abanese
A declaração de Albanese que causou polêmica foi a seguinte: “Em vez de deter Israel, a maior parte do mundo o armou” e acusou a comunidade internacional de oferecer ao Estado judeu “abrigo político e apoio econômico e financeiro”. Ela completou: “Nós que não controlamos grandes quantidades de capital financeiro, algoritmos e armas, agora vemos que, como humanidade, temos um inimigo comum”.
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Albanese reagiu às acusações alegando que suas palavras foram mal interpretadas e retiradas de contexto. Ela publicou o vídeo completo de sua fala e explicou que o “inimigo comum da humanidade” se refere ao sistema mais amplo que ela responsabiliza pelas ações de Israel, e não ao país em si.






































Am Israel chai
Mais uma vergonha da ONU!!!!
A famigerada ONU, de há muito, se transformou num antro, politiqueiro e imprestável…..
ESSE ANTRO VIROU O PARQUE DE DIVERSÕES DA VANGUARDA DO ATRASO MUNDIAL !