O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou nesta terça-feira, 13, estar “horrorizado” com o aumento da violência praticada por forças de segurança contra manifestantes em diversas regiões do Irã. Segundo ele, há relatos de que centenas de pessoas foram mortas e milhares detidas durante a repressão aos protestos.
Türk pediu às autoridades iranianas que interrompam imediatamente “todas as formas de violência e repressão contra manifestantes pacíficos” e restabeleçam “o acesso pleno à internet e aos serviços de telecomunicações”. O alto comissário também cobrou responsabilização pelas violações consideradas graves.
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“O assassinato de manifestantes pacíficos precisa parar, e a rotulagem de manifestantes como ‘terroristas’ para justificar a violência contra eles é inaceitável”, afirmou Türk. Ele acrescentou que “esse ciclo de violência horrível não pode continuar”.
Na avaliação de Türk, “o povo iraniano e suas demandas por justiça, igualdade e equidade precisam ser ouvidos”. Ele argumentou que “todas as mortes, a violência contra manifestantes e outras violações de direitos humanos devem ser investigadas de acordo com as normas e padrões internacionais de direitos humanos, e os responsáveis devem ser responsabilizados”.
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Relatos citados pela ONU mostram que diversos hospitais estão sobrecarregados pelo número de feridos, inclusive crianças. As informações também mencionam dificuldades de verificação completa dos fatos em razão de bloqueios nacionais de internet e telecomunicações.
Türk manifestou preocupação adicional com declarações públicas de autoridades do Judiciário iraniano. “Também é extremamente preocupante ver declarações públicas de alguns funcionários judiciais indicando a possibilidade de uso da pena de morte contra manifestantes por meio de procedimentos judiciais acelerados”, afirmou.

Desde 8 de janeiro, as autoridades iranianas impuseram um bloqueio nacional da internet, o que, de acordo com o alto comissário, afeta “os direitos dos iranianos à liberdade de expressão e ao acesso à informação”, além de prejudicar serviços de emergência e salvamento e dificultar o monitoramento independente de direitos humanos.
Ao concluir, Türk afirmou que “os iranianos têm o direito de se manifestar pacificamente” e que “suas queixas precisam ser ouvidas e tratadas, e não instrumentalizadas por ninguém”.
Leia também: “Israel surrou o grandão arrogante”, reportagem de Augusto Nunes e Eugenio Goussinsky publicada na Edição 274 da Revista Oeste









































É preciso lembrar “Mr Bald” que o Irã comete atrocidades desde a gestão do Xá com sua policia secreta perseguindo políticos e opositores e muito mais com o advento dos aiatolás que já sufocaram várias manifestações com violência, é preciso lembrar também que uma garota foi eliminada sumariamente por um guarda revolucionário por não estar portando o véu de acordo, é preciso lembrar também que Irã e Afeganistão (talibã) ainda mantém penas arcaicas da época de Cristo como o apedrejamento de mulheres e o mais desprezível sentimento com mulheres, como se tivessem nascido na Lua. E pior o aiatolá ainda se diz o representante de Deus na terra…imaginem se não fosse…….
ONU, hoje não tem significado e eficácia no mundo. Tornou-se uma ferramenta da ESQUERDA Global.
Não é o orgão que não presta são seus mandatarios comunistas que estão lá que não presta.
Onde se lê Irã, leia-se Brasil, e teremos o mesmo quadro. Porque a ONU não se manifesta com os absurdos daqui?
ONU pimenta no ANUS dos outros é horrorrizante
ONU tbm reconhecia que Israel assassina crianças e civis e não fez NADA para impedir isso. Órgão mais sem serventia do mundo.