Em meio a preocupações com uma nova onda de infecções por covid-19, Seiko Hashimoto, presidente do comitê organizador da Olimpíada de Tóquio, afirmou, nesta sexta-feira, 2, que os organizadores não insistirão em permitir a presença de espectadores “a qualquer preço” nos Jogos Olímpicos.
“Não é que queiramos organizar a Olimpíada com espectadores a qualquer preço”, disse ela, em coletiva de imprensa.
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Hashimoto afirmou que os organizadores querem continuar com os preparativos para garantir que o evento aconteça de “forma segura e protegida”, restaurando a confiança do público, que tem sido contrário à realização do evento, mostram as pesquisas.
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Ontem, quinta-feira 1º de julho, o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, disse que não ter espectadores continua sendo uma “possibilidade”. Nesta sexta-feira, a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, anunciou que barrar espectadores será uma opção caso a pandemia piore.
A decisão sobre a presença dos espectadores deve ser tomada na semana que vem, em discussões que incluirão a governadora de Tóquio e o chefe do Comitê Olímpico Internacional (COI). Ontem, Sebastian Coe, presidente da World Athletics e membro do COI, disse ao canal norte-americano CNBC que não há grande risco de saúde e que os Jogos “irão adiante, e deveriam ir adiante”, diz uma reportagem do site da emissora.
Como reportou Oeste, o número de espectadores domésticos foi limitado a 10 mil por local de competição, ou 50% da capacidade, apesar de especialistas médicos afirmarem que a ausência de espectadores seria a opção “menos arriscada”. Espectadores estrangeiros estão proibidos.
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Com informações da Agência Brasil
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