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O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho chegou a 1,7 mil, com 5 mil feridos e 15 mil desabrigados, conforme boletim divulgado nesta segunda-feira, 29. O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, informou que as Nações Unidas estimam até 50 mil desaparecidos, o que pode aumentar o total de vítimas. Desde os tremores, ocorreram mais de 600 réplicas e 855 edifícios foram danificados.
O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela chegou a 1,7 mil, segundo boletim divulgado nesta segunda-feira, 29, pelas autoridades do país. O regime chavista também informou que 5 mil pessoas ficaram feridas e 15 mil perderam suas casas em consequência da tragédia.
O presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez, irmão da ditadora interina Delcy Rodríguez, apresentou os novos dados oficiais sobre os impactos dos dois terremotos registrados em 24 de junho.
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As Nações Unidas estimam que até 50 mil pessoas ainda estejam desaparecidas. Caso a projeção se confirme, o número de vítimas pode aumentar à medida que as equipes de resgate avançam nas áreas atingidas.
Resgates continuam em regiões devastadas
Desde os abalos sísmicos, de magnitudes 7,2 e 7,5, as autoridades registraram 609 réplicas. Segundo Jorge Rodríguez, o tremor mais intenso ocorreu às 7h01 desta segunda-feira, com magnitude 4,2, mas não provocou novos danos.
O levantamento oficial também mostra que 855 edifícios sofreram algum tipo de dano estrutural. Pelo menos 189 construções desabaram, principalmente nos Estados de La Guaira e na capital do país, Caracas.

Apesar da mobilização das equipes de emergência, moradores relatam que algumas das áreas mais atingidas ainda aguardam a chegada de auxílio federal. Em El Junquito, região montanhosa localizada a cerca de 33 quilômetros de Caracas, comunidades organizaram a distribuição de alimentos e itens básicos diante da demora no atendimento, segundo relatos divulgados pela agência de notícias Reuters.
De acordo com o governo venezuelano, 24 países enviaram ajuda humanitária desde o desastre. A assistência inclui mais de 500 toneladas de suprimentos, cerca de 2,7 mil profissionais especializados em resgate e atendimento emergencial, além de aproximadamente 86 equipes de cães farejadores que atuam nas buscas por sobreviventes.
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