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Observador internacional não descarta levar atas da eleição da Venezuela a Celso Amorim

A convite da senadora Tereza Cristina, que falou com María Corina Machado, Gustavo Silva veio ao Brasil para mostrar os documentos

O assessor especial da presidência, Celso Amorim (à esq), e o presidente Lula, durante recepção ao presidente da Finlândia, Sauli Niinistö, no Palácio do Itamaraty - 1/6/2023 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O assessor especial da Presidência, Celso Amorim (à esq), e o presidente Lula, durante recepção ao presidente da Finlândia, Sauli Niinistö, no Palácio do Itamaraty - 1/6/2023 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O observador internacional Gustavo Silva não descarta levar atas da eleição na Venezuela a Celso Amorim, assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais.

Isso porque o governo brasileiro não reconheceu a vitória do ditador Nicolás Maduro, tampouco a da oposição, que conta com amplo apoio internacional. “Vamos mostrar a quem quiser ver”, disse Silva à coluna, nesta terça-feira, 26, ao ser interpelado pela reportagem se levaria os papéis a Amorim.

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Silva desembarcou ontem, em Brasília, para mostrar os papéis a membros do Itamaraty e a parlamentares a pedido da líder da oposição, María Corina Machado, depois de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) formalizar um convite. Ele deixou seu país há um ano e, atualmente, vive nos Estados Unidos.

De acordo com as atas, que foram lidas e chanceladas pelo Centro Carter, o diplomata Edmundo González venceu o ditador Nicolás Maduro, com mais de 67% dos votos. O chavista conseguiu apenas 31%.

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O presidente Lula, durante recepção ao ditador Nicolás Maduro, no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em uma sessão do Conselho Permanente da OEA, convocada por quase uma dezena de países para discutir a situação da Venezuela, o Centro Carter reiterou que o processo eleitoral venezuelano careceu de transparência e afirmou que a recusa do Conselho Nacional Eleitoral em divulgar as atas infringe os padrões internacionais.

“O sistema eletrônico de votação funcionou”, disse Jennie Lincoln, especialista do Centro que liderou a missão de observação composta de 17 pessoas. “O governo da Venezuela, os partidos políticos de oposição e todos os testemunhas e observadores nos 30.026 locais de votação conhecem os verdadeiros resultados das eleições de 28 de julho.”

Leia também: “A farsa da Venezuela”, reportagem publicada na Edição 228 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Wellington argolo
    Wellington argolo

    Que diferença vai fazer mostrar essas atas ao lambe bolas do ladrão…me responde ai alguém que é mas entendido.

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