publicidade
Mundo

Netanyahu será o primeiro governante a se encontrar com Trump depois da posse

Ele viajou neste domingo para Washington onde participará de reunião, em momento estratégico para os dois países

Benjamin Netanyahu viaja para encontro com Trump
Benjamin Netanyahu embarcou neste domingo e tem sido pressionado por Trump | Foto: Reprodução/GPO

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, viajou neste domingo, 2, para Washington. Na capital norte-americana ele se reunirá com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.

Pouco antes de embarcar, Netanyahu, em inglês, destacou a relevância de ser o primeiro líder estrangeiro a se reunir com Trump depois da posse do norte-americano, em 20 de janeiro.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

“Isso reflete não apenas a forte aliança entre Israel e os EUA, mas também minha relação pessoal com o presidente Trump”, afirmou. “Acredito que, trabalhando juntos, podemos reforçar a segurança regional e expandir o círculo da paz.”

O encontro acontece em um momento estratégico para os dois países, de acordo com os principais jornais israelenses. A guerra em Gaza ainda está em curso, apesar do cessar-fogo para a troca de reféns por prisioneiros do grupo terrorista Hamas.

Netanyahu tem sido cobrado por Trump para encerrar a guerra e se abrir com mais entusiasmo para negociações. Mesmo com as cobranças, ele se mostrou animado em fortalecer a aliança com o novo presidente dos EUA. E ressaltou que a parceria tem o potencial de redefinir o cenário do Oriente Médio.

Segundo ele, os temas centrais da reunião serão conter a ameaça do eixo do terror iraniano, garantir a derrota do Hamas e assegurar a libertação dos reféns capturados pelo grupo terrorista em outubro de 2023.

Netanyahu, porém, precisar provar mais uma vez toda sua habilidade política que o levou a ser o primeiro-ministro que mais tempo permaneceu no cargo em Israel.

Pressão interna e externa

O israelense está ameaçado há pelo menos sete anos, por causa de processos na Justiça, e, posteriormente, pela pressão em relação à sua resistência em negociar a libertação dos reféns.

Eles foram sequestrados pelo Hamas em 7 de outubro, ataque este que também levantou uma série de dúvidas sobre a conduta do governo em relação à segurança das fronteiras.

Leia mais: “Trump trabalha por um acordo histórico entre Israel e Arábia Saudita”

Diante de Trump, no entanto, Netanyahu terá o seu mais difícil teste político. Terá de lidar com a pressão do eloquente e firme presidente norte-americano e, ao mesmo tempo administrar as exigências de uma ala religiosa que quer a continuidade da guerra.

De sua base, ele já perdeu o apoio do partido Otzma Yehudit, conservador religioso, que deixou a coalizão por causa do acordo de cessar-fogo.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade