O Comando Central dos Estados Unidos informou neste sábado, 11, que dois contratorpedeiros da Marinha americana iniciaram operações para remover minas marítimas no Estreito de Ormuz, depois do cessar-fogo no conflito regional. Segundo os militares, alguns navios comerciais ainda não conseguem atravessar a via estratégica, considerada essencial para o fluxo global de petróleo.
De acordo com o governo de Donald Trump, o USS Frank E. Peterson e o USS Michael Murphy atravessaram o Estreito e passaram a operar no Golfo Pérsico como parte de uma missão mais ampla para garantir que a região esteja totalmente livre de minas marítimas. O comando atribuiu a colocação dos artefatos à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã.
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Marinha: “Estabelecimento de nova passagem”
“Hoje iniciamos o processo de estabelecimento de uma nova passagem e em breve compartilharemos esse caminho seguro com a indústria marítima para incentivar o livre fluxo do comércio”, afirmou o almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, em publicação nas redes sociais.
Apesar da operação de limpeza, autoridades americanas avaliam que o Irã ainda poderia lançar mísseis contra embarcações. Segundo o comando militar, a combinação entre minas marítimas e possíveis ataques com mísseis dificulta a defesa de navios e a proteção do Estreito por meios militares.
Leia também: “Ninguém fica para trás”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 317 da Revista Oeste
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em publicação na rede Truth Social que o país está “iniciando o processo de limpeza do Estreito de Ormuz como um favor a países de todo o mundo”.
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