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Maduro quer aumentar (ainda mais) controle estatal na Venezuela

Ditador reforça que medidas seriam necessárias para combater o que ele define como 'ameaças fascistas'

Chavismo avança no país a contragosto da população | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Chavismo avança no país a contragosto da população | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, apresentou à Assembleia Nacional de seu país uma proposta de reforma constitucional com 80 artigos. O plano busca ampliar o poder territorial, fortalecer sanções contra adversários do sistema comunista. Segundo o regime bolivariano, a proposta também pretende consolidar um novo modelo econômico e atualizar o marco legal do país.

Na apresentação da ideia, Maduro reforça medidas contra o que classifica como “ameaças fascistas”. Assim, estabelece punições para qualquer tentativa de “desestabilização política” do país sul-americano. Ele afirma que a Venezuela enfrenta uma “agressão multifacetada” e que, por isso, precisa fortalecer sua estrutura institucional.

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Plano de Maduro prevê atualização da Constituição

O plano da ditadura venezuelana também prevê a atualização da Constituição. Para elaborar as mudanças, Maduro nomeou uma comissão nacional formada por aliados, incluindo a vice-presidente Delcy Rodríguez e o promotor Tarek William Saab.

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A comissão tem 90 dias para apresentar as emendas constitucionais, que serão submetidas a referendo popular, ainda sem data definida. A atual Constituição, vigente desde 1999, foi promovida por Hugo Chávez e expandiu os poderes do Estado, permitindo reeleições presidenciais ilimitadas.

Maduro, em seu terceiro mandato consecutivo, enfrenta resistência da oposição, que contesta sua alegada vitória nas eleições de julho do ano passado. Organismos internacionais destacam que o pleito contou com fraude favorável ao regime bolivariano.

Edmundo González, reconhecido como presidente eleito por diversos países, segue exilado na Espanha. Ex-diplomata, ele busca apoio internacional para pressionar por uma transição política na Venezuela.

Leia também: “Inimigo da democracia”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 252 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Celso Ricardo Kfouri Caetano
    Celso Ricardo Kfouri Caetano

    Os dirigentes dos países ocidentais gostam apenas de conversa mole, tanto se falou contra Maduro, contra sua ditadura inclusive o bufão alaranjado dos EUA mas infelizmente nada foi feito. Maduro continua a destilar seu veneno, oprime o povo venezuelano e certo o comentário do Felipe irá continuar assim até morrer.

  2. Felipe Polido Fernandes
    Felipe Polido Fernandes

    Se não matarem ele, ele vai ficar no poder até morrer. Essa é a verdade, Infelizmente

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