O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, participou nesta sexta-feira, 21, de uma marcha dedicada ao Dia do Estudante, em Caracas. O ato, marcado por discursos e apresentações culturais, virou palco principalmente para um aparente apelo pacifista.
Maduro recebeu apoiadores no Palácio de Miraflores. Em tom descontraído e irônico, fez uma dança de “passinho” ao som de música com refrão contrário à guerra. Na sequência, pediu que jovens venezuelanos se aproximem sobretudo de movimentos estudantis nos Estados Unidos. O objetivo seria desse modo construir apoio internacional contra novas sanções norte-americanas.
Ditador diz que jovens têm papel central na paz
O ditador afirmou que o seu país vive um momento de mobilização cívica. Acrescentou que a juventude tem assim papel central na defesa da estabilidade regional. Da mesma forma, Maduro repetiu que a Venezuela rejeita qualquer escalada militar no Caribe ou na América do Sul. Numa mistura de inglês com espanhol, o autocrata emitiu palavras de ordem em defesa da paz.
A apresentação de Maduro ocorre em um cenário de tensão crescente com os Estados Unidos. O governo venezuelano acusa Washington de promover ações para desestabilizar o país e impor uma ofensiva política e militar. Nas últimas semanas, Maduro ampliou o discurso pacifista em resposta à movimentação de tropas e navios dos EUA no Caribe.
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O clima se agravou com o anúncio de que, a partir desta segunda-feira, 24, a Casa Branca passou a reconhecer o Cartel de los Soles como organização terrorista estrangeira. A medida, segundo o presidente Donald Trump, autoriza o governo norte-americano a atuar contra estruturas ligadas ao regime venezuelano.
A decisão dos EUA elevou a tensão diplomática e reacendeu debates sobre a segurança na América do Sul. Para analistas, a designação do cartel aumenta a pressão sobre aliados do governo venezuelano e cria um ambiente de incerteza na região. Maduro, por sua vez, tenta transformar o discurso de paz em instrumento político interno e externo.
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Este está só treinando, pois sabe que vai dançar…!
A disputa pelo prêmio “mais ridículo” está acirrada entre Maduro e nosso “molusco”… o que pesa em favor do brasileiro é que aqui tem a primeira coadjuvante sempre se superando junto…