O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, alertou nesta segunda-feira, 1º, para a possibilidade de declarar o país “em armas”. A ameaça teria relação com um movimento mais insinuante dos Estados Unidos, que enviaram navios militares ao Mar do Caribe. “Se a Venezuela receber um ataque, entraríamos em luta armada, em defesa do território nacional e da história e do povo da Venezuela”.
Maduro acrescentou que declararia constitucionalmente a república em armas. Em entrevista coletiva à imprensa, o ditador afirmou que a estratégia “eminentemente defensiva” vem sendo projetada “há 20 anos” e combina “duas formas de luta”: uma diplomática e outra militar.
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Maduro defende ‘democracia direta’
No mesmo discurso, o chavista exaltou o que chamou de trajetória “republicana, revolucionária, independentista e anticolonialista”. Da mesma forma, defendeu um “socialismo humanista”, com “democracia direta, paz e igualdade”. Também descreveu o modelo como um socialismo cristão, de harmonia, tolerância e justiça.
As declarações, porém, contrastam com denúncias recentes de prisões arbitrárias, tortura e desaparecimentos forçados de opositores, registradas por organizações de direitos humanos desde o ciclo eleitoral de 2024. Relatórios da Human Rights Watch, alertas da Anistia Internacional e dados da ONG Foro Penal apontam centenas de detidos por motivos políticos e repressão a protestos.
Maduro fala em liberdade. Opositores e observadores internacionais o acusam, no entanto, de sufocar dissidências e de usar força desproporcional nas ruas. Missões independentes da ONU relataram perseguição e detenções arbitrárias no período pós-eleitoral.
Ao reivindicar democracia, o governo enfrenta ainda questionamentos sobre a lisura da eleição presidencial de 28 de julho de 2024. Líderes e entidades pediram transparência na divulgação dos registros de votação, enquanto reportagens e análises independentes apontaram indícios de fraude — acusações rechaçadas pelo chavismo.
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Todo socialismo é desumano
Todo criminoso necessariamente é mentiroso, desonesto, ardiloso e cruel. A emigração, que perdura há anos, de cidadãos venezuelanos impossibilita, a qualquer pessoa, conceber que Maduro represente um resultado de um regime democrático, e muito menos de algo que possa ser classificado como “humanista”, mas sim como uma consequência direta do socialismo que, lamentavelmente, foi estabelecido naquele país, o qual, inevitavelmente, conduz ao totalitarismo.
Não conhecer a história mundial, e querer negar o que fez Stalin, Mao, Che, e menosprezar o intelecto dos contemporâneos do século XXI.
Essa crápula é covarde como todo ditadorzinho.