O presidente Lula deixou a Índia, neste domingo, 22, com destino à Coreia do Sul.
Trata-se da terceira viagem do petista ao país, mas a primeira com status máximo no protocolo diplomático.
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Lula já esteve na Coreia do Sul em 2005 e 2010. Desta vez, porém, a agenda ocorre em um contexto de maior aproximação entre os dois governos.
No último ano, o presidente brasileiro se reuniu duas vezes com o chefe de Estado sul-coreano, Lee Jae Myung: em junho, durante a cúpula do G7, no Canadá, e em novembro, na reunião do G20, realizada na África do Sul.
Lula: afinidade entre líderes
Segundo interlocutores do Ministério das Relações Exteriores, os encontros evidenciaram afinidade entre os dois líderes e abriram caminho para o fortalecimento da cooperação estratégica.
A primeira-dama Janja acompanhou o presidente até a Índia, mas seguiu antes para a Coreia do Sul. Ela cumpre agenda própria no país asiático, incluindo compromissos ao lado da primeira-dama sul-coreana.
A visita é tratada pelo governo brasileiro como a consolidação de um momento favorável nas relações bilaterais, estabelecidas em 1959. A expectativa é que Lula e Lee assinem um “Plano de Ação 2026-2029”, documento que deve formalizar um novo patamar de cooperação em áreas consideradas prioritárias.
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Além dos acordos setoriais, os presidentes devem trocar avaliações sobre o cenário geopolítico internacional. A estratégia do Palácio do Planalto é diversificar parceiros comerciais, ampliar exportações e atrair investimentos estrangeiros, reduzindo a dependência de mercados tradicionais.
A Coreia do Sul figura hoje entre os principais parceiros econômicos do Brasil na Ásia. Desde 2024, o país anunciou aproximadamente US$ 8,8 bilhões em investimentos em território brasileiro, sendo quase 80% destinados à indústria de transformação. No comércio bilateral, o intercâmbio somou US$ 10,8 bilhões no último ano, com superávit de US$ 174 milhões para o Brasil.
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Esse desocupado vai passar 4 anos fazendo turismo pelo mundo às custas do povo brasileiro.