Chefes de governo da Europa reagiram à escalada envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã com apelos por contenção imediata, respeito ao direito internacional e retomada de negociações diplomáticas.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o conflito traz “graves consequências para a paz e a segurança internacionais” e anunciou que Paris está pronta para mobilizar recursos para proteger seus parceiros, se necessário. Macron defendeu a convocação urgente do Conselho de Segurança da ONU e cobrou que o regime iraniano retome negociações de boa-fé para encerrar seus programas nucleares e atividades de desestabilização regional.
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O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, condenou a ação militar unilateral de EUA e Israel, classificando-a como fator de instabilidade na ordem internacional. Ele também criticou o regime iraniano e a Guarda Revolucionária, afirmando que o Oriente Médio não pode enfrentar outra guerra prolongada.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que os desdobramentos no Irã são “extremamente preocupantes” e reafirmou o compromisso da União Europeia com a segurança regional e a não proliferação nuclear. Segundo ela, o bloco já adotou sanções contra o regime iraniano e seguirá promovendo esforços diplomáticos para conter os programas nuclear e balístico de Teerã.
EUA e Israel lançam bombas em ofensiva conjunta contra o Irã

Explosões registradas em Teerã e em outras quatro cidades na madrugada deste sábado, 28, marcaram o início de uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. O ataque ocorre depois de semanas de discussões bilaterais sobre o programa nuclear iraniano, que ainda não resultaram em acordo.
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Autoridades militares norte-americanas sugerem que a operação, batizada pelo Pentágono de “fúria épica”, pode se estender por vários dias. O presidente Donald Trump afirmou que a iniciativa busca “defender o povo americano”, enquanto forças dos EUA utilizam tanto meios aéreos quanto marítimos nos bombardeios.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou à imprensa local que a ação busca “eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã” e “criar condições para que o povo iraniano tome as responsabilidades do seu destino”. No mesmo sentido, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou a ofensiva como “ataque preventivo”.
De acordo com a agência estatal iraniana Fars, explosões também atingiram Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. Sete mísseis caíram próximos ao palácio presidencial e ao complexo do líder supremo. O aiatolá e líder supremo iraniano, Ali Khamenei, foi retirado de Teerã para um local seguro, segundo fonte ouvida pela agência de notícias Reuters.
Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel, os quais ativaram o sistema de defesa aérea de Teerã. As Forças Armadas israelenses acionaram sirenes de alerta em diferentes regiões e suspenderam aulas, além de limitar deslocamentos. O espaço aéreo de Israel também foi fechado para voos civis.
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Europe não é nem a sombra do que foi no passado. Agora covardes e idiotas que aceitaram e protegem a invasão dos mulçumanos que estão destruindo os países europeus. Vergonha mundial.
Macron, aguarde vc vai sair pelas urnas. A sua hora está chegando.🤪