publicidade
Mundo

Juiz do Reino Unido barra deportação de criminoso paquistanês

Homem é responsável por crimes graves, incluindo abuso sexual de menina menor de idade e agressões contra trabalhadores de emergência

reino unido
Juiz entendeu que deportar o homem poderia resultar em 'tratamento desumano ou degradante' | Foto: Shutterstock

Um cidadão paquistanês, considerado uma “ameaça à comunidade” no Reino Unido, conseguiu evitar a deportação para seu país de origem, em razão de sua condição de alcoolismo.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

O indivíduo foi responsável por crimes graves, incluindo o abuso sexual de uma menina menor de 13 anos e agressões contra trabalhadores de emergência. A mídia britânica repercutiu o caso na quarta-feira passada, 26.

Apesar da gravidade de suas ações, um juiz barrou a deportação do homem, sob o argumento de que o enviar de volta ao Paquistão poderia resultar em “tratamento desumano ou degradante”. Isso se baseia na possibilidade de uma “acusação criminal altamente provável e encarceramento devido ao seu consumo incontrolável de álcool”.

Contexto do caso no Reino Unido

Esses juízes se recusam a participar de uma eleição agendada para junho pelo tribunal de Justiça. Juízes renunciam no méxico
A Justiça de primeira instância decidiu que o deportar violaria o Artigo 3 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos | Foto: Divulgação/Pixabay

O homem chegou ao Reino Unido em 2010, e sua primeira prisão ocorreu em 2020, depois de ele agredir trabalhadores de emergência enquanto estava altamente intoxicado.

Leia também: “(In)Justiça do Trabalho”, reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 262 Revista Oeste

Em dezembro de 2022, agentes o detiveram novamente por abusar sexualmente de uma menor de idade. Já em junho de 2024, a Justiça de primeira instância decidiu que o deportar violaria o Artigo 3 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos. O regramento proíbe “em termos absolutos, tortura, tratamento ou punição desumanos, ou degradantes, independentemente da conduta da vítima”.

O Ministério do Interior do Reino Unido contestou a decisão. O órgão argumenta que o juiz havia cometido um erro ao assumir que o homem seria encarcerado no Paquistão apenas pelo consumo de álcool e que não havia evidências suficientes para afirmar que todos os muçulmanos que consomem álcool no Paquistão são presos ou processados.

Agora, o caso voltou à primeira instância, em que passará por nova audiência para decidir sobre a deportação e a data em que ela pode ocorrer.

Leia mais sobre:

5 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Esse juíz britânico deve ter treinado no Brasil , tomara que o criminoso ataque alguém da família dele

  2. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Outro jumento com o titulo de juiz………. O POVO TEM QUE AFASTAR ESSA BESTA DA JUSTIÇA. JUiz do que e para que ?

  3. João José Augusto Mendes
    João José Augusto Mendes

    Até lá, existe proteção ao criminoso. Chegará a hora que a polícia vai desistir de prender e já resolver a situação na hora..

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.