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New York Times anuncia compra do jogo Wordle

Em apenas dois meses, o popular game de palavras gratuito conquistou quase 300 mil jogadores

Jornal The New York Times compra jogo Wordle
Foto: Divulgação/ Wordle

O jornal The New York Times (NYT) anunciou a compra do jogo Wordle, na segunda-feira 31. Em apenas dois meses — de novembro de 2021 a janeiro de 2022 —, o popular game de palavras gratuito conquistou quase 300 mil jogadores. Apesar de o valor do negócio não ter sido confirmado, o periódico norte-americano informou que a aquisição custou em torno de “sete dígitos”. Ou seja, o preço total pode variar de US$ 1 milhão a US$ 9,9 milhões.

Até 2025, o jornal pretende conquistar 10 milhões de novas assinaturas e, por enquanto, o game continuará sendo baixado de forma gratuita.

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“No momento em que se mudar para o The New York Times, o Wordle estará livre para jogadores novos e existentes, e nenhuma alteração será feita em sua jogabilidade”, informou o jornal, em comunicado divulgado à imprensa. Segundo um porta-voz do jornal, a migração acontecerá em breve.

Além de ser dono do Wordle, o NYT também é proprietário dos jogos Spelling Bee, Letter Boxed, Tiles e Vertex. Só no ano passado, esses títulos foram acessados mais de 500 milhões de vezes.

Como funciona o Wordle

O Wordle, desenvolvido pelo engenheiro de software Josh Wardle em janeiro de 2021, só virou um jogo público mais de nove meses depois. O game de palavras pode ser acessado através de um aplicativo para celulares com sistemas Android e iOS e também pelo site, mas somente em inglês.

A intenção do game é fazer com que os jogadores acertem a palavra secreta do dia. Ao iniciar o jogo, a pessoa precisará chutar quais caracteres formam a palavra de cinco dígitos. Na tela, aparecerá quais letras estão corretas (cor verde) e quais estão na posição errada (cor amarela).

Em um comunicado publicado na rede social, o dono do Wardle disse que, embora tenha sido incrível desenvolver um jogo que trouxe alegria para milhares de pessoas, também foi um processo difícil, porque foi desenvolvido por uma única pessoa.

Desenvolvedores de outros países, como o Brasil, gostaram tanto do jogo que fizeram versões parecidas em outras línguas.

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