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Israelense grávida morre a caminho do hospital em ataque armado

Bebê sobrevive depois da cesárea, mas está em estado grave; Israel classifica ação como terrorismo e intensifica buscas pelos autores

Tzeela Gez, mulher de Israel que morreu depois de ataque terrorista
Tzeela Gez, mulher de Israel que morreu depois de ataque terrorista | Foto: Reprodução/Twitter

Uma mulher de Israel grávida morreu em um ataque armado realizado na noite desta quarta-feira, 14, enquanto se deslocava rumo ao hospital para o parto. A incidente ocorreu na região da Rota 446, próxima ao assentamento israelense de Bruchin, ao norte da Cisjordânia.

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Tzeela Gez, de 30 anos, estava acompanhada do marido quando o carro em que viajavam foi atingido por disparos, que também atingiram outros veículos de israelenses na mesma área, conforme informaram autoridades. O marido conseguiu levá-la até o hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos.

Os médicos do Centro Médico Rabin, em Petah Tikva, realizaram uma cesárea de emergência para tentar salvar o bebê. O recém-nascido, filho de Tzeela, permanece internado em estado crítico depois do procedimento.

Pronunciamento da família e do Estado de Israel

O primeiro-ministro de Israel, Banjamin Netanyahu | Foto: Shutterstock

Com a morte da mulher, quatro crianças ficaram órfãs, conforme informações das autoridades locais. O marido de Tzeela, Hananel Gez, afirmou que “está quebrado”.

“É um dia triste, minha mulher foi assassinada enquanto estávamos a caminho do hospital dar à luz nosso quarto filho”, disse. “Obviamente, estou quebrado, mas agradeço a Deus por estar vivo e serei forte para continuar a ser uma luz para o mundo. Porque nunca deixaremos que nos quebrem.”

Leia também: “A podridão no cerne da israelofobia”, artigo de Brendan O’Neill, da Spiked, publicado na Edição 267 da Revista Oeste

O Exército de Israel iniciou buscas no local para encontrar os responsáveis e associou o ataque a grupos palestinos atuantes na área.

“Este é um ataque doloroso e difícil, no qual um civil israelense morreu a caminho da sala de parto”, afirmou o tenente-general Eyal Zamir, chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, por sua vez, classificou o atentado como “um incidente abominável”, o qual, segundo ele, reflete precisamente a diferença entre os israelenses, que desejam e trazem a vida, e os terroristas, cujo objetivo é matar e destruir.

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