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Irã planejou assassinato de embaixadora israelense no México, diz Israel

Informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel; plano teria ocorrido na embaixada iraniana na Venezuela

Einat Kranz-Neiger embaixadora Israel no México
Einat Kranz-Neiger é embaixadora de Israel no México | Foto: Reprodução/Ministério das Relações Exteriores de Israel

O governo do México impediu um plano iraniano para matar a embaixadora de Israel no país, Einat Kranz-Neiger.

“Agradecemos às autoridades de segurança e aplicação da lei do México por frustrar uma rede terrorista dirigida pelo Irã que buscava prejudicar a embaixadora de Israel no México”, declarou o Ministério das Relações Exteriores de Israel, em nota.

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Uma autoridade norte-americana relatou para a Reuters que a operação estava prevista para o início de 2025, depois de meses de planejamento ao longo de 2024. Fazia parte de uma estratégia maior contra interesses israelenses e dos Estados Unidos (EUA) na região.

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Fontes dos EUA afirmam, segundo o The Jerusalem Post, que grande parte das ações foi coordenada a partir da embaixada iraniana em Caracas, sob a supervisão de Hassan Izadi.

Ele havia passado anos recrutando agentes na Venezuela e, depois de ser transferido para Teerã, continuou articulando investidas contra representantes israelenses no exterior.

A mesma unidade da Força Quds, o grupo 11000, também teria sido responsável por outras tentativas de ataques recentemente frustradas na Europa e na Austrália.

Leia mais: “Hamas é o maior empecilho para a paz no Oriente Médio”, diz major de Israel

“A comunidade de inteligência e segurança de Israel continuará a trabalhar incansavelmente, em total cooperação com agências de segurança e inteligência ao redor do mundo, para frustrar ameaças terroristas do Irã e de seus representantes contra alvos israelenses e judeus em todo o mundo”, afirmou Oren Marmorstein, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense.

Um oficial norte-americano ressaltou: “Este é apenas o exemplo mais recente de uma longa história de tentativas de assassinato pelo Irã em todo o mundo contra diplomatas, jornalistas, dissidentes e qualquer pessoa que discorde dele, algo que deveria despertar profunda preocupação em qualquer país onde haja presença iraniana.”

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