A escalada de ameaças do Irã e de grupos terroristas aliados colocou universidades dos Estados Unidos instaladas no Líbano em alerta máximo. O Departamento de Estado dos EUA orientou que cidadãos norte-americanos deixem o país enquanto há voos comerciais disponíveis.
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De acordo com informações oficiais, instituições norte-americanas em diferentes partes do Oriente Médio foram alvo de ameaças específicas do Irã, o que aumentou as preocupações sobre a integridade de estudantes e funcionários nessas instituições.
A Embaixada dos EUA em Beirute descreveu o contexto libanês como “volátil e imprevisível”. Também mencionou a ocorrência de bombardeios, ataques com drones e foguetes, sobretudo no sul do país, na região do Beqaa e em áreas da capital.
Precauções no Irã
O governo dos EUA reforçou a recomendação para que norte-americanos que estejam no sul do Líbano, próximos à fronteira com a Síria, em acampamentos de refugiados ou em bairros ao sul de Beirute, como Dahiyeh, deixem imediatamente essas localidades. Para aqueles que optarem por permanecer, o órgão sugere a elaboração de planos de emergência e preparação para possível abrigo no local se a situação se complicar ainda mais.
Os voos comerciais da companhia aérea Middle East Airlines, que partem do Aeroporto Rafic Hariri, em Beirute, permanecem como principal alternativa para a saída dos norte-americanos do país. Autoridades orientaram que a decisão de embarcar nesses voos deve considerar as condições de segurança no momento do deslocamento.
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A Embaixada dos EUA em Beirute passou a operar apenas com serviços emergenciais de passaporte. Todos os demais atendimentos consulares, incluindo processos de visto, estão suspensos por tempo indeterminado, conforme anunciaram representantes oficiais.
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