Uma medida incomum do Irã resultou na proibição de passagem de dois navios porta-contêineres de bandeira chinesa pelo Estreito de Ormuz, região estratégica para o comércio marítimo.

Tradicionalmente, Teerã tem direcionado restrições a embarcações ligadas a países que considera aliados de Israel e dos Estados Unidos.
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Em resposta, Israel executou uma contraofensiva e alegou ter como alvo instalações armamentistas iranianas. Também orientou a evacuação de moradores em partes da cidade de Arak.
Nesta sexta-feira, 27, países do Golfo conseguiram interceptar drones e mísseis, mas ainda assim dois portos do Kuwait foram atingidos, enquanto um projétil caiu em território jordaniano.
Escalada militar no Irã
De acordo com o Comando Central dos EUA, mais de 300 militares norte-americanos ficaram feridos durante quatro semanas de confrontos com forças iranianas.
Leia mais: “O povo do Irã está pronto”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 314 da Revista Oeste
O Pentágono avalia o envio de até 10 mil soldados extras ao Oriente Médio. A medida concede ao presidente dos EUA, Donald Trump, alternativas militares, ao mesmo tempo em que negociações de paz com Teerã permanecem em análise.









































Típico do artigo que notícia sem informar nada. Aí, coloca um mapa “bacaninha” da região em conflito pra dar aquela “valorizada”.