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Implosão ou explosão? Entenda o que aconteceu com o submarino Titan

Veículo subaquático partiu no último domingo para expedição aos destroços do Titanic

vídeo do submarino que deve ter implodido
Foto: Reprodução/Twitter

O que aconteceu com o Titan, que realizava uma expedição aos destroços do Titanic, no Oceano Atlântico? Houve implosão ou explosão do submarino? Mas quais as diferenças entre um e outro? Um especialista deu as respostas nesse sentido.

“Ele implode, porque o casco está cheio de ar”, começou a explicar o diretor do Instituto de Oceanografia da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Sumida, em entrevista à emissora CNN Brasil. Ou seja, tecnicamente houve implosão do submarino — e não explosão.

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Para diferenciar um do outro, o oceanógrafo explicou que a catástrofe deve ter ocorrido a partir de pressão sobre o casco do veículo subaquático. Dessa forma, houve falha interna (dentro da embarcação), em vez de algo externo.

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“O ar é muito compressível, ao contrário da água, que é pouco”, afirmou o profissional da USP. “Toda a pressão da água em volta do casco — imagine uma coluna de água de 4 quilômetros sobre esse casco — exercendo pressão por todos os lados”, prosseguiu Sumida.

Ou seja, houve implosão do submarino Titan

Por fim, o especialista deu ainda mais explicações sobre a implosão do submarino Titan. Conforme a Guarda-Costeira dos Estados Unidos, os cinco tripulantes do submersível não sobreviveram.

“As paredes colapsaram e parte delas foram tiradas em três pedaços”

“Quando teve a falha, a tendência foi que pressionasse o ar”, disse Paulo Sumida. “Ele não poderia explodir, porque a pressão não deixaria. Então, ele implodiu. As paredes colapsaram e parte delas foram tiradas em três pedaços, o que mostra o grau de violência dessa pressão.”

Leia também: “Veja a profundidade a que pode estar o submersível desaparecido no Atlântico”

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5 comentários
  1. Luis Gonzaga
    Luis Gonzaga

    Ja cansou esta noticia sobre a estupidez humana. Seja de quem construiu ou de quem embarco nesta canoa furada

  2. Luis Gonzaga
    Luis Gonzaga

    Ja cansou esta noticia sobre a estupidez humana. Seja de quem construiu ou de quem embarcou nesta canoa furada

  3. João José Augusto Mendes
    João José Augusto Mendes

    Normalmente essas coisas acontecem em função da disputa entre exigências técnicas e o valor estsbelecido para concluir o empreendimento, quem cuida do valor sempre questiona as necessidades do detalhe técnico: mas isso é realmente necessário? Não poderia ser uma solução mais simples? Com a sua experiência, isso não poderia ser simplificado? Tem que seguir rigorosamente as normas? Aí a coisa colapsa e, aí vem: você não viu isso? Parece que o dono do submerssível estava junto e, sendo verdade, seu último pensamento deve ter sido dirigido a equipe de engenharia

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