Negociações para um possível cessar-fogo na Faixa de Gaza ganharam novo impulso depois que o grupo terrorista Hamas apresentou, nesta quarta-feira, 8, uma lista com nomes de reféns e prisioneiros palestinos que poderiam ser incluídos em uma troca.
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Considerado o maior avanço para a paz, o plano de 20 pontos sugerido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é o centro das discussões. Israel exige que o Hamas entregue suas armas como condição para a paz.
Segundo apuração da Reuters o grupo terrorista, contudo, ainda não aceita discutir essa exigência. Fora isso, as partes ainda não se conversaram para estabelecer um cronograma para o acordo de paz.
Futuro de Gaza e desafios para a administração pós-Hamas
Mesmo diante de possíveis avanços, persiste a incerteza sobre quem administrará Gaza depois do fim da guerra. Países árabes apoiam a criação de um Estado palestino, objetivo rejeitado pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e por líderes de outras democracias, com os EUA e a Alemanha.
Tanto ele quanto Trump, além de outros líderes ocidentais e árabes, excluem o Hamas de qualquer papel futuro. O plano dos Estados Unidos prevê que um órgão internacional, liderado por Trump e com participação de Tony Blair, assuma a administração do território.
Autoridades norte-americanas defendem priorizar o fim imediato dos combates e organizar a libertação simultânea de reféns israelenses e detidos palestinos, antes de discutir a governança de Gaza.
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