O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, nesta terça-feira, 7, que continuará agindo “de todas as formas para trazer de volta todos os reféns — os vivos e os que foram mortos”. A declaração marca os dois anos do ataque terrorista do Hamas, em 7 de outubro de 2023, que deixou mais de 1,2 mil mortos.
“Nossos inimigos sedentos de sangue nos feriram duramente, mas não nos quebraram”, disse Netanyahu. “Eles logo descobriram a imensa força do povo de Israel.”
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“Soldados e comandantes estão revidando com força total contra quem busca nos prejudicar, em todas as frentes, próximas e distantes”, continuou o premiê. “Quem levanta a mão contra nós recebe golpes esmagadores sem precedentes.”
Netanyahu declarou que Israel “quebrou o eixo iraniano” e que o país, “junto aos aliados, mudou a face do Oriente Médio”. Em meio às negociações no Egito por um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns, ele afirmou que Israel vive “dias de decisão histórica”.
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“Continuaremos a agir para atingir todos os objetivos da guerra: o retorno de todos os reféns, a eliminação do regime do Hamas e a garantia de que Gaza nunca mais representará uma ameaça a Israel”, disse.
Cerimônia em Tel Aviv reúne 30 mil pessoas
A principal cerimônia de lembrança do ataque de 2023 ocorreu no Parque Yarkon, em Tel Aviv, com cerca de 30 mil participantes. Organizado pelo movimento Kumu (“Levante-se”), criado por familiares de vítimas e sobreviventes, o evento contou com discursos de ex-reféns e parentes de sequestrados, além de apresentações de artistas israelenses.
Diferente do ano anterior, o governo israelense não realizou um ato oficial neste 7 de outubro, data que coincide com o primeiro dia do feriado de Sucot. O evento nacional de lembrança será no dia 16 de outubro, correspondente ao 24 de Tishrei no calendário hebraico.
Líder supremo do Irã diz que Israel é ‘o país mais odiado do mundo’
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou que Israel se tornou “o país mais odiado do mundo”. A publicação da declaração ocorreu na rede X, em referência ao segundo aniversário do ataque do Hamas.
Khamenei elogiou as “ações corajosas” do grupo palestino apoiado por Teerã, que segundo ele “infligiu um golpe severo ao regime sionista”. O líder iraniano afirmou que o ataque foi uma “resposta a mais de 70 anos de crimes da entidade sionista” e declarou que “um movimento global de resistência contra o sionismo está crescendo e se expandindo”.
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Entebi Uganda , irmão do Premier foi morto ,essa família é forjado no calor da batalha .🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇺🇲🇺🇲🇺🇾🇺🇾🇺🇾🇧🇷🇳🇮🇬🇧🇺🇦