O furacão Melissa provocou uma tragédia no Caribe. No Haiti, 25 pessoas morreram depois que o transbordamento do Rio La Digue inundou dezenas de casas na cidade costeira de Petit-Goâve, segundo autoridades locais.
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Antes de atingir o território haitiano, a tempestade chegou à Jamaica, na terça-feira, como um furacão de categoria 5 — o mais forte desde 1850. Ventos que ultrapassaram 295 quilômetros por hora destruíram moradias e deixaram cerca de 500 mil pessoas sem energia elétrica.
Furacão Melissa perdeu força ao alcançar Cuba
Já na madrugada desta quarta-feira, 29, Melissa tocou o solo cubano com ventos sustentados de 190 quilômetros por hora, rebaixada à categoria 3. Mesmo com menor intensidade, a força da tempestade devastou comunidades inteiras, derrubando casas e deixando moradores entre escombros em busca de objetos pessoais.
Meteorologistas classificaram o fenômeno como “extremamente perigoso”. De acordo com a Fox Weather, o furacão deve seguir em direção às Bahamas, às Ilhas Turks e Caicos e, mais adiante, a Bermudas, mantendo condições severas nas próximas horas.
Jamaica enfrenta danos severos
Conhecido como a “tempestade do século”, o furacão Melissa provocou estragos intensos na Jamaica. Carros foram virados nas estradas; árvores, arrancadas; e grande parte do sistema elétrico ficou comprometida, deixando meio milhão de pessoas sem luz.
O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos ressaltou que ainda há risco de ondas gigantes, alagamentos repentinos e deslizamentos de terra. As autoridades orientaram os moradores a permanecerem em locais seguros até a passagem completa da tempestade.
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