França e Alemanha declararam, nesta sexta-feira, 29, que vão impor sanções severas contra Vladímir Putin caso ele continue ignorando o compromisso de negociar com Volodymyr Zelenski, em resposta à guerra que já matou milhares de civis na Ucrânia.
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“Estamos dispostos, junto com Estados Unidos (EUA), a obrigar a Rússia a voltar à mesa de negociações”, afirmou Macron, segundo a EFE.
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Os líderes se encontraram em Toulon, no sul da França, para discutir a resposta europeia para a agressão russa à Ucrânia. Durante a reunião, Merz e Macron enfatizaram que não aceitarão os ataques indiscriminados de Moscou a hospitais, escolas e residências, que continuam destruindo cidades e ceifando vidas inocentes.
França e Alemanha, relata o El País, reforçaram o compromisso de aumentar o apoio militar a Kiev e defenderam que a Ucrânia dite os termos de uma eventual paz.
“Apesar dos intensos esforços diplomáticos internacionais, Rússia não mostra nenhuma disposição a pôr fim à sua guerra de agressão contra a Ucrânia”, afirmaram em declaração conjunta. Além disso, estudam ampliar sanções a empresas de terceiros países que financiem a máquina de guerra russa.
Aliança entre França e Alemanha
No plano estratégico e econômico, Merz e Macron anunciaram até 20 projetos conjuntos para fortalecer a União Europeia (UE) e reduzir a dependência externa, incluindo energia nuclear e fontes de baixa emissão.
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“O motor franco-alemão volta a funcionar para criar uma Europa mais forte nos campos da economia, comércio, moeda e energia”, resumiu Merz. Macron, do partido Renaissance, de centro, completou: “Quando França e Alemanha decidem avançar juntas, muda o ritmo de toda a Europa. Em Toulon não só se reafirma nossa amizade. Se alcança um marco europeu”.
O tal “motor europeu” ganhou impulso com Merz, do União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita, no comando alemão. Diferente do período de Olaf Scholz, do Partido Social-Democrata (SPD), de centro-esquerda, marcado por atritos com Macron.
Merz mostrou nos quatro primeiros meses disposição para reforçar o rearmamento econômico da UE, investir em inteligência artificial e exploração espacial, além de apoiar incondicionalmente a Ucrânia.






































Alguém precisaria informar ao lula que os russos matam civis na Ucrânia. Não se sabe de nenhum caso em que esses cidadãos ucranianos mortos tenha sido usado pela Ucrânia como escudos humanos, contrariamente ao que o Hamas, aliado de lula, pratica como estratégia “militar”.
Macron é um morto-vivo em seu próprio pais. Ninguém respeita esse cara. Vive a reboque da Alemanha!!!