Movimento é reflexo da Lei de Segurança Nacional que foi imposta à Hong Kong em 30 de junho pelo governo chinês

Microsoft, TikTok e Zoom se tornaram as mais recentes empresas a repensar as operações em Hong Kong após o início da nova lei de segurança nacional.
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A medida imposta pela ditadura chinesa levantou preocupações sobre o uso de dados no território semi-autônomo.
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A Microsoft e o Zoom, o aplicativo de videoconferência, disseram que bloqueariam temporariamente as autoridades de Hong Kong de acessar os dados do usuário quando solicitados.
Como destaca o jornal Financial Times, os movimentos ocorreram um dia depois que o Facebook, Google e Twitter, que não operam na China continental, anunciaram movimentos semelhantes.
A Apple, que gerou US$ 44 bilhões em receita na China no ano passado disse que estava “avaliando” o impacto da nova lei.
Lei de Segurança Nacional
A lei afirma que as forças de segurança têm autoridade para entrar e fazer buscas em propriedades e também impedir que as pessoas deixem a cidade.
Diplomatas, grupos empresariais e ativistas de direitos humanos disseram que este é o mais recente exemplo do aperto cada vez maior de Pequim no território.





































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