Capital do país, Beirute foi atingida no início do mês

Os desdobramentos da explosão no Líbano vão demorar para ser devidamente analisados e esclarecidos. É o que admite o presidente do país do Oriente Médio, Michel Aoun. No fim de semana, ele falou sobre o acidente ocorrido no início do mês, que vitimou 177 pessoas e deixou 6.500 feridos.
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De acordo com Aoun, nenhuma hipótese foi descartada pelas autoridades. Dessa forma, até a possibilidade de atentado terrorista está sendo levada em consideração. Por ora, a única decisão foi colocar em prisão domiciliar todos os funcionários do porto — local onde a explosão ocorreu.
“A situação é bem mais complexa”
“Queremos que o inquérito termine logo. Mas descobrimos que a situação é bem mais complexa”, disse o presidente sobre a explosão. A declaração de Aoun foi feita durante entrevista concedida à emissora local BFM TV, conforme informa o site da Radio France Internationale.
Ajuda internacional
A situação do Líbano tem despertado a atenção de governantes internacionais. O Brasil, por exemplo, enviou comitiva para o país. O ex-presidente Michel Temer está no Oriente Médio como chefe da missão que visa a auxiliar a reconstrução da zona portuária de Beirute, além de fornecer ajuda humanitária.





































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