O Exército da Nigéria informou que resgatou, neste domingo, 5, 31 fiéis sequestrados durante as celebrações da Páscoa no estado de Kaduna, no noroeste do país. Ao menos cinco pessoas morreram.
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Segundo a agência AFP, homens armados invadiram uma igreja católica e uma igreja evangélica. O ataque ocorreu apesar de reforço policial determinado para o feriado.

A chefe da polícia havia ordenado aumento da segurança, inclusive em locais de culto. Ainda assim, os criminosos realizaram o sequestro durante as celebrações religiosas. Em comunicado, os militares afirmaram que reagiram rapidamente. As tropas frustraram o ataque e resgataram 31 civis sequestrados durante a missa de Páscoa na aldeia de Ariko.
Conflito e divergência sobre mortes na Nigéria
Durante a operação, tropas entraram em confronto com os criminosos. O Exército informou cinco mortes. Caleb Bawa Ma’aji, presidente da Associação Cristã da Nigéria, apresentou números diferentes. Segundo ele, sete pessoas morreram no ataque.
Em janeiro, criminosos sequestraram mais de 170 fiéis em três igrejas na mesma região. Na ocasião, 80 pessoas conseguiram escapar. As demais vítimas foram libertadas após três semanas de negociações. O episódio reforçou o cenário de insegurança local.
Kaduna integra uma das áreas mais afetadas por ataques no noroeste da Nigéria. Grupos armados conhecidos como “bandits” atuam na região. Essas organizações realizam sequestros e ataques contra comunidades. O objetivo principal envolve obtenção de resgate financeiro.
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Relatos indicam aproximação crescente entre esses grupos e jihadistas do nordeste do país. A cooperação amplia o risco na região. Não ficou claro se o termo “terroristas” se referem aos bandidos ou aos terroristas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o episódio como “genocídio” de cristãos nigerianos.






































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