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EUA: republicanos culpam políticas woke de democratas por assassinato de ucraniana

Refugiada Iryna Zarutska foi atacada em 22 de agosto por Decarlos Brown, que tinha histórico de prisões, mas se encontrava em liberdade

bipartidarismo dos eua - partido republicano e partido democrata
Partido Republicano e Partido Democrata dominam há décadas a política partidária dos EUA | Foto: Reprodução/R7

Depois do assassinato da refugiada ucraniana Iryna Zarutska, de 23 anos, em um trem em Charlotte no dia 22 de agosto, lideranças do Partido Republicano da Carolina do Norte, nos Estados Unidos (EUA), atribuíram o crime às políticas defendidas pelos democratas, classificadas por eles como woke.

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O caso ganhou repercussão na última sexta-feira, 5, quando imagens do ataque com faca vieram a público. Os republicanos afirmam que decisões como fiança sem dinheiro e práticas de “captura e liberação” permitiram que Decarlos Brown Jr., de 34 anos, que era sem-teto e reincidente, estivesse em liberdade no momento do homicídio.

Além disso, eles responsabilizam as políticas democratas por, segundo sua avaliação, fragilizarem a segurança pública e priorizarem pautas ideológicas.

Críticas às políticas democratas nos EUA

A jovem ucraniana de 23 anos Irina Zarutska, vítima de Decarlos Brown, que tinha histórico de 14 prisões e se encontrava em liberdade | Foto: Reprodução/Twitter/X
A jovem ucraniana de 23 anos Iryna Zarutska, vítima de Decarlos Brown, que tinha histórico de 14 prisões e se encontrava em liberdade | Foto: Reprodução/Twitter/X

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 10, o presidente do Partido Republicano da Carolina do Norte, Jason Simmons, disse que “o crime é uma escolha, e os democratas escolheram ficar do lado dos criminosos”.

Já Kyle Kirby, presidente do Partido Republicano do Condado de Mecklenburg, reforçou que “o que os democratas chamam de justiça restaurativa é o que resultou no assassinato de Iryna Zarutska”. “Ela morreu por causa das políticas democratas em Charlotte-Mecklenburg, políticos woke que perpetuam a fiança sem dinheiro e se recusam a priorizar a segurança pública em detrimento das aparências”, afirmou.

Leia também: “Os americanos de olho na Inquisição brasileira”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 286 da Revista Oeste

O dirigente pediu revisão imediata das práticas atuais e defendeu a implantação de fiança em dinheiro para reincidentes. Kirby também anunciou que uma vigília à luz de velas será realizada em memória de Zarutska no dia 22, na Estação East-West Blvd., no bairro South End, marcando um mês da morte da jovem.

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