O governo dos Estados Unidos decidiu não designar representantes de alto escalão para a COP30, conferência climática da ONU programada para Belém. A informação foi confirmada por uma autoridade da Casa Branca à Reuters, reduzindo temores de que Washington participasse para influenciar ou dificultar as discussões.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
O Brasil se prepara para receber uma cúpula de líderes na próxima semana, evento que antecede as negociações da ONU sobre mudanças climáticas, previstas para durar duas semanas. Recentemente, os EUA ameaçaram impor restrições de vistos e sanções a países que apoiassem proposta da Organização Marítima Internacional, que visa diminuir emissões poluentes do transporte marítimo.
Reação dos EUA e impacto nas negociações globais
Essas medidas adotadas pelos EUA resultaram no adiamento, por um ano, da decisão da IMO sobre a implementação de uma taxa global de carbono para o setor de navegação. O posicionamento do governo norte-americano reflete declarações do presidente Donald Trump, que na Assembleia Geral da ONU, em setembro, classificou a mudança climática como “o maior golpe do mundo” e criticou políticas ambientais de outros países, alegando altos custos.
De acordo com a Casa Branca, “o presidente está se envolvendo diretamente com líderes de todo o mundo em questões energéticas, o que pode ser visto nos históricos acordos comerciais e acordos de paz que têm um foco significativo em parcerias energéticas”. O governo Trump também prioriza acordos bilaterais de energia, buscando aumentar as vendas de gás natural liquefeito para mercados como Coreia do Sul e União Europeia.
Nesta sexta-feira, 31, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que existe “espaço para um grande comércio de energia entre a China e os Estados Unidos”, destacando a demanda chinesa por gás natural no contexto das negociações tarifárias entre ambos os países. Desde o início de seu mandato, Trump anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris, decisão que só será efetivada em janeiro de 2026, o que mantém a possibilidade de participação norte-americana na COP30.
Pressão crescente e monitoramento constante sobre acordos ambientais como os da COP30
O Departamento de Estado segue avaliando o envolvimento dos EUA em pactos ambientais multilaterais. No decorrer deste ano, o governo também pressionou países engajados na elaboração de um tratado global contra a poluição plástica a rejeitarem propostas que impusessem limites à produção desse material.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste
A farsa do aquecimento global começa a ser desmontada pelos países que sabem . Essa teoria globalista tão “cara” à esquerda, em sentido figurado, é realmente muito “cara” para os países em desenvolvimento, em sentido real, em moeda sonante.
Falhou…estava opinando: “países que sabem o que lhes convém e que tem soberania de fato para escolherem o que é melhor para eles e seus povos”
COP 30 tremendo blefe, em uma porcaria de cidade comandada por coronéis e que não vai trazer nenhum beneficio ao meio ambiente. Festa de quem não tem o que fazer. Nossas prioridades estão muito longe desta festinha de ONG`s.
Força aí Trump, nada de privilegiar eventos faraônicos e sem nexo.