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EUA expulsam Ebrahim Rasool, embaixador da África do Sul

Trump afirma que o país tem promovido a desapropriação de terras por questões raciais

Marco
Em fevereiro deste ano, Trump anunciou que Rubio não compareceria à reunião do G20 em Joanesburgo, na África do Sul | Foto: Reprodução/Redes sociais

Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, anunciou nesta sexta-feira, 14, que o governo norte-americano expulsou Ebrahim Rasool, embaixador da África do Sul.

O secretário acusou Rasool de “explorar questões raciais” e de “odiar a América e Trump”. Além disso, os EUA o classificaram como persona non grata.

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“O embaixador da África do Sul nos Estados Unidos não é mais bem-vindo no nosso grande país”, disse Rubio. “Não temos nada a discutir com ele e, por isso, ele é considerado persona non grata.”

Rasool começou sua missão diplomática em 13 de janeiro, antes de Donald Trump tomar posse do cargo em Washington D.C. Rubio afirma que o embaixador acusou o governo norte-americano de liderar um movimento de supremacia branca.

Em fevereiro deste ano, Trump anunciou que Rubio não compareceria à reunião do G20 em Joanesburgo, na África do Sul, realizada nos dias 20 e 21 daquele mês.

EUA acusam África do Sul de desapropriar terras de forma arbitrária

Os EUA denunciam o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, de desapropriar terras de forma arbitrária.

Segundo a agência Reuters, pessoas brancas possuem três quartos das terras agrícolas do país, enquanto negros detêm apenas 4%. Para reduzir essa desigualdade, Ramaphosa sancionou uma lei que permite ao Estado desapropriar terras “no interesse público”.

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“A África do Sul está fazendo coisas muito ruins”, disse Rubio. “Expropriando propriedade privada. Usando o G20 para promover ‘solidariedade’, igualdade e sustentabilidade. Em outras palavras: mudanças climáticas. Meu trabalho é promover os interesses nacionais dos EUA, não desperdiçar o dinheiro dos contribuintes nem promover o antiamericanismo.”

Em contrapartida, o Ministério das Relações Exteriores da África do Sul justificou que “não há desapropriação arbitrária de terras/propriedade privada”, pois “esta lei é semelhante às leis de domínio eminente”.

+ Leia também: “Nova York convida demitidos por Trump a trabalharem no Estado”

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7 comentários
  1. Reginaldo Corteletti
    Reginaldo Corteletti

    O camarada vai aos USA criticar a política interna daquele país. Parece que se Deus mal. Go ahead, Trump.

  2. Christian
    Christian

    A metralhadora giratório doTrump está a todo vapor. Thank God.
    Só quero ver a cara do Molusco e do Cabeça de OvO quando ele começar a apontar para cá.

  3. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
    Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

  4. Thales Augusto
    Thales Augusto

    Como classificarão Lula e os ministros do STF então? Por aqui, grilagem de terras é o menor dos crimes que praticam.

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