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EUA dizem que próximos dias serão decisivos no conflito com o Irã

Secretário de Defesa afirma que Teerã está enfraquecida e que operações militares podem se intensificar sem acordo

Pete Hegseth, secretário de Defesa dos Estados Unidos
Pete Hegseth, secretário de Defesa dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/ Instagram

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta terça-feira, 31, que os próximos dias serão decisivos no conflito contra o Irã. Segundo ele, Teerã está em posição militar enfraquecida e tem pouca capacidade de reverter o cenário atual.

Em coletiva no Pentágono, Hegseth disse que houve queda no número de ataques iranianos nas últimas 24 horas. De acordo com o secretário, o volume de mísseis e drones lançados foi o menor desde o início recente da escalada.

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O chefe do Pentágono também revelou que mudanças relevantes já ocorreram na estrutura de poder iraniana depois de ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. Ele afirmou que Washington prefere uma solução negociada, mas não descarta ampliar as ações militares.

“As negociações com o Irã são reais e estão avançando”, disse Hegseth. “Nosso objetivo é um acordo”. Segundo ele, a recusa de Teerã pode levar a operações com maior intensidade.

A tensão entre Estados Unidos e Irã

Soldados do Exército dos Estados Unidos | Foto: Divulgação/U.S Army
Soldados do Exército dos Estados Unidos | Foto: Divulgação/U.S Army

O general norte-americano Caine afirmou que as forças dos EUA mantêm ampla capacidade operacional na região, com opções além do envio de tropas terrestres. Segundo ele, mais de 11 mil alvos foram atingidos nos últimos 30 dias, com foco crescente em objetivos dinâmicos.

Ainda de acordo com o general, a capacidade naval iraniana foi significativamente reduzida. Os ataques continuam em território iraniano, como parte da estratégia de pressão contínua.

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Hegseth também mencionou tensões entre aliados, ao afirmar que o conflito expôs diferenças no nível de comprometimento dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte.

A estratégia norte-americana, segundo o Pentágono, combina pressão militar com abertura para negociação, mas prevê continuidade das operações caso não haja acordo.

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