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Equador: viúva de candidato assassinado é vítima de atentado

Verónica Saráuz estava em Quito no momento do ataque

Equador Viúva Atentado
Homem com identidade não revelada estava em moto e armado | Foto: Reprodução/YouTube

Verónica Saráuz, viúva de Fernando Villavicencio, o candidato à Presidência do Equador assassinado em agosto deste ano, sofreu atentado na quarta-feira 27. A denúncia foi feita pelo suplente na chapa presidencial, Christian Zurita, em postagem no Twitter/X.

Leia mais: “Principal grupo dissidente das Farc anuncia novo cessar-fogo”

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Verónica Saráuz estava em Quito, capital do país, quando foi abordada por um criminoso armado. O substituto da chapa de Villavicencio escreveu que a viúva estava em um carro, quando o criminoso tentou atacá-la. Ela não sofreu ferimentos e passa bem, segundo Zurita.

“Verónica Saráuz acaba de sofrer um atentado”, anunciou Zurita, sem mencionar se houve vítimas. “Sua cápsula de segurança prendeu um cidadão venezuelano de moto, que portava uma arma de fogo e que tentou atacar o carro.”

De acordo com a polícia, um venezuelano foi preso por suspeita de participação no crime. As autoridades consideram o caso como “um procedimento isolado”.

Relembre o assassinato do candidato à Presidência do Equador

O homicídio de Fernando Villavicencio ocorreu em agosto, em Quito. Ele foi assassinado com três tiros na cabeça.

No momento do ataque, Villavicencio saia de um comício na capital do Equador. A viúva do candidato assassinado afirmou que houve falha de segurança durante o comício em que ocorreu o atentado. Em entrevista a uma rádio local, Verónica Saráuz disse que o presidenciável deveria ter deixado a escola onde ocorreu o evento pela porta dos fundos.

Ele vinha sofrendo ameaças de facções criminosas de diversas localidades do país. Grupos conhecidos por praticar extorsões, tráfico de drogas e homicídios afirmaram que iriam “quebrá-lo”, se o candidato não parasse de provocar seus líderes.

Villavicencio fazia reiteradas críticas e denúncias contra o narcotráfico no país. Durante campanha, o candidato assassinado condenava as facções criminosas do Equador e dizia que, se eleito, realizaria ações para reprimir suas atividades.

O candidato era um jornalista de 59 anos, conhecido por revelar um escândalo que atingiu em cheio o então presidente do país, Rafael Corrêa, membro do Foro de São Paulo.

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