O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou estado de exceção em nove províncias nesta quinta-feira, 1º de janeiro, em resposta ao avanço da violência ligada ao narcotráfico.
Dados oficiais mostram que mais de 8,3 mil pessoas foram assassinadas em território equatoriano entre janeiro e novembro de 2025. O número supera o recorde de 2023, quando a taxa de homicídios chegou a 47 por 100 mil habitantes. O Observatório do Crime Organizado estima que, em 2025, a taxa de homicídios tenha chegado a 52 por 100 mil habitantes.
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Diante dos números, o governo classificou a situação como de “grave comoção interna”. Como o novo decreto, as Forças Armadas podem atuar por um período de 60 dias em regiões onde se concretizam os principais conflitos.
A medida vale para as províncias costeiras de Guayas, Manabí, Santa Elena, Los Ríos, El Oro, Esmeraldas e Santo Domingo; para a andina Pichincha; e para Sucumbíos, na região amazônica. Três municípios também estão inclusos: La Maná (Cotopaxi), Las Naves e Echeandía (Bolívar).
Equador amplia poder das forças de segurança no combate ao tráfico
O estado de exceção autoriza “buscas imediatas” em locais onde houver indícios de presença de criminosos, armas, explosivos ou drogas. A norma amplia o poder das forças de segurança e facilita operações contra as gangues ligadas ao narcotráfico.
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Nos últimos anos, o Equador ganhou papel central na rota global da cocaína. A posição geográfica do país — entre Colômbia e Peru, os maiores produtores da droga — favorece a exportação do entorpecente para os mercados da Europa e dos Estados Unidos.






































Se esta atitude fosse colocada em prática por aqui, logo viria Ricardo Lewandowski e sua turminha do stf, bradar com todos os pulmões, isto é desumano, blá blá blá.
Nossa Republiqueta de Banana, está a todo vapor caminhndo para o precipício.