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Emirados Árabes Unidos ativam defesa aérea para repelir ataque de mísseis

Teerã intensifica retaliação contra aliados dos EUA no Golfo

O edifício Burj Khalifa, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos: prédio mais alto do mundo, com 828 metros de altura | Foto: Reprodução/Redes sociais
O edifício Burj Khalifa, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos: prédio mais alto do mundo, com 828 metros de altura | Foto: Reprodução/Redes sociais

Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos entraram em operação imediata neste sábado, 7, para neutralizar uma nova ameaça de mísseis. A Autoridade Nacional de Gestão de Emergências, Crises e Desastres confirmou a resposta militar e orientou a população a buscar abrigos seguros. Testemunhas na capital, Abu Dhabi, relataram fortes estrondos no céu, sinalizando a interceptação de projéteis em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.

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A ofensiva iraniana ocorre no momento em que os Estados Unidos e Israel conduzem uma onda de ataques contra instalações do programa nuclear do Irã. O regime de Teerã iniciou uma retaliação sistemática contra nações que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. Os Emirados Árabes Unidos consolidam-se como o alvo principal no Golfo, com um registro de 174 mísseis balísticos, oito mísseis de cruzeiro e quase 700 drones detectados em direção ao seu território desde o início das hostilidades.

O presidente Donald Trump reagiu prontamente à nova investida e lançou uma advertência severa ao regime dos aiatolás. O republicano declarou que o Irã enfrentará consequências devastadoras caso insista nas retaliações contra os aliados de Washington. “É melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”, afirmou o presidente norte-americano, reforçando a prontidão das tropas na região.

As autoridades de Abu Dhabi monitoram a situação em tempo real e mantêm os canais oficiais de comunicação em alerta máximo para novas atualizações. A estratégia de defesa dos Emirados Árabes Unidos prioriza a proteção de infraestruturas críticas e centros urbanos, enquanto a diplomacia internacional tenta conter a expansão do conflito. O cenário de guerra aberta no Golfo coloca em risco a estabilidade do mercado energético global e exige uma coordenação sem precedentes entre as forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

Leia também: “Justiça dos EUA condena paquistanês que planejou matar Trump”

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