A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) negocia a produção do cargueiro KC-390 na Arábia Saudita.
O objetivo é ampliar a presença da empresa brasileira nos países asiáticos, com escritório de engenharia e linhas de produção, segundo Caetano Spuldaro Neto, vice-presidente da Embraer Defesa para Oriente Médio e Ásia-Pacífico. Ele deu a declaração na cidade de Riad, durante um evento do Grupo Lide, do ex-governador de São Paulo João Doria.
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A expectativa é que a Arábia Saudita aumente a economia do país em US$ 2 bilhões em 30 anos com a produção do KC-390.
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“Queremos transformar a Arábia Saudita num hub da Embraer”, afirmou Spuldaro Neto.

Com a produção no Oriente Médio, a empresa busca ampliar a cartela de países que já produzem aeronaves de Defesa e Segurança. Portugal, República Tcheca e Coreia do Sul já são parceiros da iniciativa sob comando da Embraer.
Embraer quer substituir frota dos cargueiros sauditas
No ano de 2023, a empresa brasileira assinou um memorando de entendimento com o fundo saudita Sami – Indústria Militar da Arábia Saudita. Com o negócio, a Embraer disputa para substituir a frota de cargueiros C-130 Hércules pelo KC-390.
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Gabriel de Souza é estagiário da Revista Oeste em São Paulo. Sob supervisão de Edilson Salgueiro






































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