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Em crescente violência, Equador decreta toque de recolher

Presidente Daniel Noboa afirmou que luta principalmente contra o narcoterrorismo

Em crescente violência, Equador decreta toque de recolher
O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou toque de recolher noturno em 20 cidades | Foto: Reprodução/Twitter/X

O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou toque de recolher noturno em 20 cidades. A medida teve início na última quinta-feira, 8. De acordo com comunicado da Presidência da República, o objetivo é conter a crescente violência no país.

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Ainda segundo o comunicado, o toque de recolher será válido todos os dias da semana, das 22 horas às 5 horas.

“A decisão é apoiada por uma análise rigorosa e técnica da situação de segurança em cada uma das cidades”, afirmou a Presidência no Twitter/X. “O Novo Equador vai continuar fortalecendo a luta contra o narcoterrorismo e o crime em todas as frentes”, acrescentou.

+ Assassinada a tiros, ex-candidata a Miss Equador teria apresentado traficante a políticos e generais

Veja o comunicado oficial da Presidência da República do Equador sobre o toque de recolher:

Crise política e crescente violência no Equador

O Equador enfrenta crises graves, tanto políticas quanto de segurança. A eleição presidencial, originalmente marcada para 2025, foi antecipada para 2023, depois de uma dissolução da Assembleia Nacional.

Desde que assumiu o cargo, em novembro do ano passado, Noboa implementou várias medidas excepcionais para tentar conter a violência por parte de grupos criminosos no país.

Leia também: “Presidente do Equador declara estado de exceção em 7 províncias

Estado de exceção no Equador

Também em resposta ao crescimento da criminalidade, o presidente Daniel Noboa anunciou, no final de maio, estado de exceção em sete províncias e em parte de outra.

“Em 9 de janeiro, ao declarar guerra aos grupos terroristas, estávamos em um caos generalizado”, explicou Noboa. Ele acrescentou que, depois de cinco meses, a paz foi alcançada. “Hoje, entramos em uma segunda fase dessa guerra.”

Essa medida tem validade de 60 dias e permite que as forças de segurança entrem em residências e interceptem correspondências sem necessidade de autorização prévia.

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