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Na Polônia, a direita no segundo turno presidencial

A eleição presidencial da Polônia terá um segundo turno. O presidente, Andrzej Duda, vai enfrentar o prefeito de Varsóvia, Rafal Trzaskowski

eleição presidencial da Polônia
O atual presidente da Polônia, Andrzej Duda | Foto: Wojciech Grabowski/Wikimedia

Em disputa decisiva para os movimentos da direita no mundo, o presidente do país disputará com o  prefeito de Varsóvia

eleição presidencial da Polônia
O atual presidente da Polônia, Andrzej Duda | Foto: Wojciech Grabowski/Wikimedia

A eleição presidencial da Polônia terá um segundo turno após a votação no último domingo. O atual presidente, o conservador Andrzej Duda, vai enfrentar o prefeito de Varsóvia, o liberal Rafal Trzaskowski. O segundo turno deverá acontecer em 12 de julho.

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De acordo com a pesquisa de boca de urna divulgada pelo instituto Ipsos, o atual presidente, que está no poder desde 2015, recebeu 41,8% dos votos. O prefeito de Varsóvia, o principal líder da oposição, teve o apoio de 30,4% dos eleitores poloneses.

“Venço este primeiro turno graças a seus votos de forma absolutamente incontestável. O avanço é enorme e lhes agradeço”, afirmou Andrzej Duda após a confirmação do segundo turno, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Observadores internacionais analisam os movimentos na Polônia, dada a relevância do país para a direita conservadora. Assim como Áustria e Hungria, a Polônia conquistou destaque na cena global com Duda.

Líder conservador

Líder do Partido Lei e Justiça (PiS), o presidente Andrzej Duda tenta realizar uma série de reformas no país, inclusive uma polêmica no Judiciário. De acordo com Duda, ela é necessária para acabar com a corrupção entre os juízes. Países da União Europeia, da qual a Polônia faz parte, criticam essa reforma, afirmando que ela enfraquece a democracia polonesa.

Duda é considerado um aliado fundamental para Donald Trump na Europa. Na última semana, conforme noticiado por Oeste, Trump recebeu o governante polonês na Casa Branca. Ele foi o primeiro líder estrangeiro a se encontrar com o presidente dos Estados Unidos desde o início da pandemia.

A eleição, originalmente marcada para 10 de maio, acabou, no entanto, adiada em decorrência da crise causada pela pandemia do coronavírus. A escolha de nova data promoveu atritos entre o governo e a oposição.

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4 comentários
  1. Hose
    Hose

    A reforma do judiciário na Polônia, como na Hungria, é tão essencial quanto a nossa. Quando finalmente conseguirmos reformar esse horror que é nosso judiciário vão dizer o mesmo sobre nós. Ambos tem ou tinham judiciários ativistas, primeiro comunistas do regime anterior e depois globalistas mesmo, pró-EU e progressistas.
    Medidas pra evitar tirania judiciária e ativismo de juízes são essenciais, sejam eleições de retenção, possibilidade da câmara sustar decisões judiciais que invadam sua competência, tirar poderes excessivos de controle de constitucionalidade ou o que for, esse é um problema mundial sério.

    1. Fred oliveira
      Fred oliveira

      Os países não sabem a realidade de um ativismo do judiciário. Sofremos isto no país. E é algo desequilibrante pois a caneta do judiciário pesa. Reforma sim.no judiciário onde se faz necessário. Em qualquer país em que os juízes falam fora doa autos ou venham a violentar a constituição donpaia. Em qualquernpais onde um juiz se diga vítima, abra investigação, manda prender, julga e sentenciar, preços ter uma reforma no judiciário. Veja quantos casos no Brasil de juízes que vendem sentenças? Sei que são ( ou devem ser)exceção mas há muitos problemas no judiciário nacional pois a insatisfação da população com o setor e colossal. Políticos poderosos são soltos junto com.vandosos comuns e pessoas sem qualquer antecedente ou motivo efetivo são presas. Há algo distorcido aí. Tivemos o caso da Sara Singer que não foi julgada e já está de tirnozeleura enquanto dirceu e Lula, condenados a dezenas de anos de prisão por colegiados, já estão soltos e sem tirnozeleura, isto depois de uma manobra para o tal transitado em julgado. Pode? O condenado solto e sem tirnozeleura e uma réu, que no foi julgada, não foi sentenciado mas tem o pé vigiado. Essa minha visão crítica do nosso problema

      1. Fred oliveira
        Fred oliveira

        Desculpem os erros de digitação. Estou com.proble.a no teclado

  2. Jussara Miranda Soares Ferreira
    Jussara Miranda Soares Ferreira

    Povo da Polônia,não cai nessa de o “Serei o candidato da mudança”

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