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Eleições nos EUA: Eduardo Bolsonaro acompanha apuração na casa de Trump

Deputado federal esteve no resort Mar-a-Lago, que pertence ao novo presidente norte-americano

O deputado Eduardo Bolsonaro, o presidente Donald Trump e o deputado Mario Frias em Mar-a-Lago, na Flórida, em março | Foto: Reprodução/Instagram
O deputado Eduardo Bolsonaro, o presidente Donald Trump e o deputado Mario Frias em Mar-a-Lago, na Flórida, em março | Foto: Reprodução/Instagram

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acompanhou a apuração dos votos das eleições presidenciais norte-americanas no resort Mar-a-Lago, de Donald Trump, nos Estados Unidos.

“Uma honra estar aqui para acompanhar a apuração das eleições mais importantes do mundo livre”, escreveu Eduardo Bolsonaro em postagem no Instagram. “Dos EUA, com o coração nos brasileiros que padecem sob o poder da esquerda. EUA e Brasil precisam ser parceiros em defesa da liberdade.”

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Ele também publicou um vídeo em que Trump aparece cumprimentando os convidados. “Você acredita nessa vitória?”, perguntou. “Go Trump.”

Além de Eduardo, outros parlamentares brasileiros, como Bia Kicis (PL-DF), Rodrigo Valadares (União-SE), Mayra Pinheiro (PL-CE), Gilson Machado (PL-PE) e Carlos Portinho (PL-RJ), também acompanharam a votação nos Estados Unidos.

Convidados pelo Partido Republicano, eles informaram que vão cobrir os próprios gastos de viagem.

Já o deputado José Airton Cirilo (PT-CE) é o único da base governista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no país. O parlamentar informou que foi designado pela Câmara para acompanhar as eleições nos EUA, a convite do Partido Democrata, de Harris. Os gastos da viagem dele serão ressarcidos pela Casa, mediante prestação de contas.

Trump venceu Hillary Clinton em 2016

O sistema eleitoral norte-americano é complexo. A apuração varia de acordo com o Estado, seguindo o fuso horário do leste dos Estados Unidos. O horário de Brasília está duas horas à frente.

Embora as projeções de resultados sejam divulgadas na noite da eleição, a votação oficial do Colégio Eleitoral ocorre em dezembro, quando os delegados se reúnem para formalizar o resultado.

Leia também: “Lula se manifesta sobre vitória de Trump nos EUA”

O presidente é eleito indiretamente, como em 2016, quando Trump venceu, com 306 delegados, apesar de ter menos votos populares do que Hillary Clinton. Situações similares ocorreram em 1824, 1876, 1888 e 2000.

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