publicidade
Mundo

Donald Trump deve sair de mais um acordo bélico com a Rússia

Os russos devem ser informados amanhã que os Estados Unidos vão se retirar do "Tratado de Céus Abertos", que foi assinado em 1992.

Donald Trump com o presidente russo, Vladimir Putin
Donald Trump com o presidente russo, Vladimir Putin | Foto: Divulgação/Casa Branca

O “Tratado dos Céus Abertos” foi assinado em 1992; EUA acusam a Rússia reiteradamente de desrespeitá-lo

Donald Trump com o presidente russo, Vladimir Putin
Donald Trump com o presidente russo, Vladimir Putin | Foto: Divulgação/Casa Branca

Fontes do governo norte-americano afirmam que o presidente Donald Trump pretende deixar mais um acordo para o controle de armas. Nesta sexta-feira, 22, Trump deve notificar a Rússia que os Estados Unidos vão sair do “Tratado de Céus Abertos”.

Receba nossas atualizações

Assinado em 1992 por mais de 35 países, o acordo permite que países voem sobre o territórios de outros com o objetivo de monitorar as atividades militares e garantir que uma operação militar não está sendo preparada.

A retirada de mais um acordo serve como alerta que Donald Trump pode se retirar do único tratado de controle de armas nucleares que os EUA mantém com a Rússia, o “New START”. O pacto, que teve a sua versão atual entrando em vigor em 2010, limita o tamanho do arsenal nuclear dos dois países e possui a validade até fevereiro do próximo ano.

Há alguns anos, informa o jornal O Estado de S. Paulo, militares norte-americanos afirmam que a Rússia está violando o tratado, ao não permitir que aviões dos EUA voassem uma cidade onde a Rússia estaria empregando armas nucleares capazes de atingir a Europa.

O Pentágono também acredita que os russos estão utilizando os voos nos Estados Unidos para mapear a infraestrutura com o objetivo de planejar ciberataques.

China

Donald Trump quer que a China faça parte em um novo acordo para limitar os arsenais nucleares e afirma que não vai renovar o acordo atual com a Rússia, o “New START” se os chineses não fizerem parte dos esforços para limitar o número de bombas atômicas.

No ano passado, os EUA saíram do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), que proibia mísseis nucleares entre 500 e 5,5 mil quilômetros, da qual a China não fazia parte.

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade