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Diplomatas discutem na Assembleia Geral da ONU por guerra entre Israel e Hamas

Texto proposto pela Jordânia revoltou israelenses e foi bem aceito por países árabes

Assembleia Geral ONU
Diplomatas de Israel e de países árabes trocam acusações em sessão da Assembleia Geral da ONU | Foto: Ron Przysucha/ Public Domain

Representantes de Israel e de países árabes trocaram fortes acusações na tribuna da Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira, 26.

A reunião da Assembleia irá durar dois dias para debater a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

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A discussão começou depois que a Jordânia propôs um projeto que solicita um cessar-fogo imediato entre os países em conflito.

“Israel está transformando Gaza em um inferno perpétuo na Terra. O trauma vai perseguir gerações inteiras”, disse Ayman Safadi, ministro das Relações Exteriores da Jordânia e que na ocasião representa 22 países árabes.

“O direito à autodefesa não é uma licença para matar impunemente, o castigo coletivo não é autodefesa, é um crime de guerra.”

Revolta do diplomata israelense

O embaixador de Israel, Gilad Erdan, rebateu e declarou que “os que redigiram a resolução afirmam estar preocupados com a paz, mas nem sequer mencionam os assassinos depravados que começaram esta guerra”.

“Esta resolução é um insulto à inteligência e o único lugar ao qual esta resolução pertence é a lata de lixo da história”, afirmou.

Assembleia Geral ONU
Embaixador de Israel na ONU disse que a resolução da Jordânia não mencionou os “assassinos depravados” que começaram a guerra | Foto: Ron Przysucha/ Public Domain

A proposta da Jordânia será submetida à votação nesta sexta-feira, 27, na Assembleia Geral.

O encontro acontece depois do fracasso do Conselho de Segurança, que em duas semanas não conseguiu aprovar nenhuma das quatro propostas de resolução sobre a guerra.

Os países árabes esperam que a Assembleia Geral adote um posicionamento, já que nenhum país tem direito de veto a resoluções, como acontece no Conselho de Segurança.

Desde o início da guerra, com o ataque terrorista do Hamas em 7 de outubro, 1,4 mil pessoas morreram em Israel, a grande maioria civis.

Na Faixa de Gaza, mais de 7 mil morreram, segundo o Ministério da Saúde palestino, que é controlado pelo Hamas.

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1 comentário
  1. Christian
    Christian

    Como nós sabemos, a começar pelo Socialista Gutierres, querem um cesar fogo imediato para que o Hamas se reorganize.
    Mas estão todos cegos e não querem saber que o Hamas é quem assassina o seu próprio povo.

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