Representantes dos Estados Unidos desembarcaram em Israel para encontros decisivos com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesta segunda-feira, 20. O objetivo das conversas foi reforçar o compromisso com o cessar-fogo promovido pelo presidente Donald Trump.
Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados norte-americanos, chegaram ao país com a missão de acompanhar a implementação do acordo de trégua entre o país e o grupo terrorista Hamas. Eles se reuniram com Netanyahu, que tratou dos últimos acontecimentos e das consequências políticas e humanitárias na região.
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Enquanto isso, Donald Trump reafirmou a vigência do cessar-fogo, mesmo diante dos recentes bombardeios. Também nesta segunda-feira, 20, a passagem de Kerem Shalom, entre Israel e Gaza, foi aberta novamente, liberando a entrada de ajuda humanitária no enclave palestino.
Reunião com Netanyahu e pronunciamento dos EUA sobre cessar-fogo

A porta-voz do gabinete do primeiro-ministro israelense, Shosh Bedrosian, afirmou que Netanyahu se reuniu com o enviado especial Steve Witkoff e com Jared Kushner, genro de Trump, para tratar dos recentes acontecimentos e desdobramentos na região.
A visita dos enviados ocorre em meio à preocupação sobre a manutenção da trégua. Israel e o grupo terrorista Hamas trocaram ofensivas no domingo 19.
De acordo com militares israelenses, os bombardeios de Israel foram uma resposta a um ataque do Hamas feito horas antes, que matou dois soldados e deixou outros três feridos. O grupo terrorista, porém, negou envolvimento nos ataques. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo ainda está valendo.
The United States has informed the guarantor nations of the Gaza peace agreement of credible reports indicating an imminent ceasefire violation by Hamas against the people of Gaza.
— Department of State (@StateDept) October 18, 2025
This planned attack against Palestinian civilians would constitute a direct and grave violation…
O episódio de domingo marcou o ataque mais severo desde o início da trégua, em 10 de outubro, estabelecida diante do acordo entre Hamas e Israel, seguindo proposta da Casa Branca para encerrar o conflito. O estopim da guerra ocorreu em 7 de outubro de 2023, quando o grupo terrorista invadiu Israel, matou mais de mil civis e levou mais de 200 pessoas como reféns.
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