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Depois de mortes de líderes, oficial do Hezbollah promete 'confronto' a Israel

Naim Qassim também negou as alegações dos israelenses sobre a destruição de armas dos terroristas: 'Sonho que não alcançaram'

Naim Qassim, oficial de alto escalão do grupo terrorista Hezbollah, prometeu retaliação contra Israel
Naim Qassim, oficial de alto escalão do grupo terrorista Hezbollah | Foto: Sebastian Baryli/Wikimedia Commons

O oficial de maior escalão do Hezbollah, Naim Qassim, garantiu que o grupo terrorista continuará o confronto contra Israel, ‘em defesa dos palestinos’, apesar das recentes perdas no Líbano.

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Na primeira aparição de integrantes desde a eliminação de Nasrallah, na última sexta-feira, 27, ele afirmou que a morte de líderes não alterou as metas e objetivos do Hezbollah.

Qassim ainda afirmou que são mentirosas as alegações de Israel sobre a destruição da maioria dos mísseis de médio e longo alcance do grupo. “[Este é] Um sonho que eles não alcançaram nem irão alcançar”, disse. O terrorista falou que o Hezbollah está preparado para um confronto terrestre, caso Israel decida invadir o Líbano.

Leia também: “O Hamas quer guerra”, artigo de Miram Sanger publicado na Edição 235 da Revista Oeste

“A resistência estará pronta para um confronto”, declarou Qassim. “Todos os sacrifícios que passamos, começando pelos pagers, até ao martírio dos nossos líderes e ao martírio do nosso secretário-geral… abalariam exércitos, populações e organizações, mas continuamos. Com as dores destes dias, com os sacrifícios, continuamos.”

Oficial diz que Hezbollah vai ser ‘resistência’ contra Israel

O ataque contra Hasan Nasrallah, líder do Hezbollah, envolveu mais de 80 bombas lançadas | Foto: Reprodução/Redes sociais
O ataque contra Hasan Nasrallah, líder do Hezbollah, envolveu mais de 80 bombas lançadas | Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo Naim Qassim, tal ‘resistência’ permanecerá enfrentando Israel em apoio a Gaza e à Palestina, em defesa do Líbano e de sua população “contra assassinatos e matança de civis”.

Leia mais: “O braço terrorista da ONU”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 233 da Revista Oeste

Qassim também mencionou que o partido elegerá um novo secretário-geral o mais rápido possíve. “Preencheremos os cargos de liderança, e tenham a certeza de que as opções serão fáceis”, disse ele.

Leia também: “O antissemitismo da extrema esquerda universitária”, artigo de Flávio Gordon publicado na Edição 217 da Revista Oeste

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