Em 7 de outubro de 2023, uma dúzia de terroristas do Hamas invadiu a casa do israelense Eli Sharabi no Kibutz Be’eri, comunidade fronteiriça próxima a Tel-Aviv. Ele, sua mulher e as filhas adolescentes estavam escondidos em um quarto seguro. Com a chegada dos terroristas ao local, Sharabi se entregou para salva-lás.
Entretanto, depois de 500 dias no cativeiro do Hamas, nos túneis da Faixa de Gaza, Sharabi descobriu que os terroristas mataram sua família. Ele soube que a mulher, Lianne, e as filhas, Noiya e Yahel, foram mortas em casa naquele mesmo dia. O cachorro da família também foi morto. O irmão de Sharabi, Yossi, sequestrado na mesma ocasião, morreu no cativeiro depois de cem dias.
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Na tentativa de mostrar ao mundo as barbaridades sofridas pelos israelenses no dia 7 de outubro, Sharabi viajou com outros reféns libertados para os Estados Unidos. Na agenda, estão reuniões com autoridades, incluindo uma possível audiência com o presidente Donald Trump.
O israelense acreditava que sua família o esperava
Depois dos longos dias no cativeiro, Sharibi foi recebido pela mãe e pela irmã. Elas ficaram aliviadas com o retorno dele em 8 de fevereiro, mas preocupadas sobre como contar-lhe a tragédia que envolveu sua mulher e as filhas.
No dia de sua libertação, Sharabi foi forçado a falar em uma transmissão ao vivo pelos sequestradores. Ele acreditava que sua família o esperava. Seu irmão, Sharon, relatou que se assustou ao ver a condição física de Sharabi. O ex-refém passou meses algemado e com pouca comida.
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A comunidade de Be’eri foi dizimada. Cerca de cem moradores morreram, incluindo parentes e amigos das vítimas. Muitos sobreviventes vivem temporariamente em outras localidades, enquanto aguardam a reconstrução do kibutz.






































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