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Crise se agrava em Cuba, e ONU responsabiliza sanções dos EUA

Escritório de Direitos Humanos alerta para consequências sociais e defende suspensão de restrições unilaterais

Bandeira de Cuba
Cuba enfrenta uma das piores crises econômicas de sua história recente | Foto: Reprodução/Flickr

A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o agravamento da crise em Cuba e atribuiu parte da responsabilidade às restrições energéticas impostas pelos Estados Unidos. Segundo o Escritório de Direitos Humanos da entidade, as medidas adotadas por Washington restringiram ainda mais o envio de petróleo para a ilha caribenha.   

A porta-voz Marta Hurtado declarou que o quadro atual tem causado prejuízos crescentes à população cubana. Nesse sentido, defendeu a revogação de sanções unilaterais, por considerar que essas ações atingem diretamente os direitos humanos e ampliam o sofrimento da população.

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Cuba enfrenta uma das piores crises econômicas de sua história recente. Há seis anos, o país registra forte inflação, apagões prolongados e escassez generalizada de alimentos e medicamentos — reflexo da política desastrosa de Miguel Díaz-Canel.

O sistema de abastecimento entrou em colapso diante da redução abrupta do fornecimento de combustível, depois da suspensão das remessas enviadas pela Venezuela.

Para a ONU, os “objetivos políticos não justificam ações que, por si, violem os direitos humanos”. Assim, reiterou seu apelo para que os Estados retirem sanções setoriais de caráter unilateral.

México envia suprimentos, e Rússia sinaliza apoio a Cuba

O agravamento da crise energética compromete o funcionamento de hospitais, escolas, redes de transporte e distribuição de água, além de afetar diretamente a cadeia de conservação de alimentos e insumos médicos. As restrições também prejudicam o turismo, setor que perdeu força nos últimos anos e deixou de ser fonte estável de divisas para o país.

+ Leia também: “China assume parte do petróleo venezuelano redistribuído pelos EUA”

Na tentativa de aliviar a situação, dois navios da Marinha do México atracaram no Porto de Havana, com mais de 800 toneladas de ajuda humanitária. O envio partiu do governo de Claudia Sheinbaum. Também houve sinalizações de apoio por parte da Rússia, que estuda fornecer petróleo à ilha sob o argumento de assistência humanitária.

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5 comentários
  1. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Agora os direitos humanos se manifesta, a qtos anos os ditadores vem acabando com a população, nunca disseram nada. Tira o comunismo e adota a democracia que o problema se resolve. Disto eles não fala nada. Pesquisa se os chefões estão passando necessidades.

  2. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Os caras querem socialismo/comunismo dependendo dos países democratas? Enfim a hipocrisia.

    1. FRANCISCO FERREIRA
      FRANCISCO FERREIRA

      Aí vem os defensores dessa excrescência falar em direitos humanos? Direito de que? De viver sob uma ditadura há mais de 60 anos? TNC!

  3. Lincoln Marcelo Pacheco de Menezes Veras
    Lincoln Marcelo Pacheco de Menezes Veras

    Cuba grande modelo social. Sucesso do comunismo, melhor idh do planeta,
    Assim pensa a esquerda latino americana.
    Só não querem morar lá.

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