
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não está convencido de que existe um limite de endividamento para o país. “A única questão é cuidar para que o endividamento interno não inviabilize o futuro do país. Mas o Brasil tem a vantagem de não ter dívida externa. Agora, quanto a dívida interna pode crescer? 10%, 20% do PIB (Produto Interno Bruto)? Não tem esse limite”, declarou, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
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De fato, não há um consenso sobre o limite da dívida. Mas o próprio presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, economista que Maia elogiou por defender ações da autoridade monetária para o financiamento de empresas diante da pandemia do coronavírus, é contrário à ideia de impressão de dinheiro como solução para o combate à crise.
O economista que é contrário à impressão de dinheiro pelo BC sabe do perigo do debate acerca de um limite do endividamento. Na mais nova edição da Oeste, Ubiratan Iorio se posiciona veementemente contrário à ideia de impressão de dinheiro. Para ele, é imoral transferir para as futuras gerações os ônus de gastos financiados por moeda.





































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