Os militares da China disseram nesta quarta-feira, 25, que realizaram um exercício em torno de Taiwan, como um “aviso solene” contra a “aliança” da ilha com os Estados Unidos, informou a mídia estatal chinesa.
O presidente dos EUA, Joe Biden, irritou a China na segunda-feira 23 ao sinalizar uma mudança na política norte-americana de “ambiguidade estratégica” em Taiwan, dizendo que envolveria militares dos EUA em caso de invasão chinesa da ilha.
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Um dia depois, Biden recuou e afirmou que não há mudança na política dos EUA.
O Comando Oriental do Exército de Libertação do Povo Chinês informou que realizou uma patrulha e exercícios no espaço aéreo e marítimo ao redor de Taiwan. “Este é um aviso solene contra o recente conluio entre os EUA e Taiwan”, disse o porta-voz do comando, Shi Yi, segundo a televisão estatal. “É hipócrita e fútil que os EUA digam uma coisa e façam outra sobre a questão de Taiwan”, completou Shi Yi.
A China nunca renunciou ao uso da força para colocar a ilha sob seu controle, e o Estreito de Taiwan continua sendo um potencial ponto de conflito militar.
Embora os Estados Unidos sigam a política de “Uma China”, reconhecendo apenas Pequim, assumiram um compromisso sob sua Lei de Relações com Taiwan “para ajudar a fornecer os meios para se defender”.
“O Exército de Libertação do Povo Chinês aguarda o momento, tomando todas as medidas necessárias para impedir resolutamente a interferência de forças externas e a trama separatista da ‘independência de Taiwan’, disse Tan Kefei, porta-voz do Ministério da Defesa, à televisão estatal chinesa CCTV.
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