Com a aproximação do pleito presidencial no Chile, eleitores enfrentam incerteza sobre quem lidera a corrida. A legislação local proíbe a divulgação de pesquisas de intenção de voto nos 15 dias anteriores ao dia da eleição, impedindo que o cenário real de favoritismo seja conhecido neste domingo, 16.
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A última rodada de pesquisas, realizada ainda em outubro, indicava vantagem da ex-ministra do Trabalho Jeannette Jara, apoiada pelo presidente Gabriel Boric, ambos de esquerda. Pela lei vigente desde 1988, qualquer levantamento publicado recentemente está proibido de circular até o término da votação.
Resultados das pesquisas antes do veto no Chile
A pesquisa AtlasIntel, feita entre os dias 25 e 30 de outubro, apontava Jara à frente, com 32,7% das intenções de voto, seguida por José Antonio Kast (Partido Republicano, direita) com 20,1% e Evelyn Matthei (União Democrática Independente, centro-direita) com 13,8%. O levantamento também destacou Johannes Kaiser (Partido Nacional Libertário, direita) e Franco Parisi (Partido do Povo, direita) na disputa.
Desde agosto, pesquisas indicam cenário favorável à candidata governista, que se destaca como a única representante da esquerda com porcentual superior a 10%. No entanto, projeções para um eventual segundo turno, previsto para 14 de dezembro, sugerem que Jara seria superada por todos os adversários, incluindo Kast, que em 2021 disputou o segundo turno contra Boric.
Contexto político e expectativas para o segundo turno
As dificuldades do presidente Boric em implementar reformas, como a mudança da Constituição herdada do regime Pinochet, influenciam as expectativas para o segundo turno, favorecendo nomes da direita. Os mandatos no Chile são de quatro anos para presidente e deputados, e de oito anos para senadores.
No total, os eleitores também escolherão 155 deputados e renovarão 23 das 50 cadeiras do Senado. Segundo compilação do Radar Electoral em 1º de novembro, Jeannette Jara (Partido Comunista, esquerda) aparecia com 28,58%; José Antonio Kast (Partido Republicano, direita), 19,93%; Johannes Kaiser (Partido Nacional Libertário, direita), 15,66%; e Evelyn Matthei (União Democrática Independente, direita), 14,18%.
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CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE. PELO VISTO, O POVO CHILENO AINDA NAO SOFREU O BASTANTE PRA ENTENDER QUE A ESQUERDA REPRESENTA A DESTRUIÇÃO DE TUDO. QUE ELA VENÇA, PRA CONTINUAR O QUE SEMPRE FEZ DE MELHOR: DESTRUIR !!!!